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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Histórias do pletzl, onde tudo se resolve

A CONGREGAÇÃO, era o nome do grupo de idosos, que se reunia na esquina das ruas da Graça e Correia de Melo, para contar os mansses, que mudaram seu nível de vida aposentando-se.

Ioske tinha uma fabrica de maiô e calção de banho, durante anos; no verão, dizia ele, vendia como água, chegou a comprar uma vila de casas, que lhe dava bom rendimento, alugando-as. Mas tudo mudou quando uma bomba de hidrogênio explodiu no atol de Biquíni no Oceano Pacifico. Biquíni era o tipo de maiô importado dos EUA principalmente do arquipélago do Havaí; tamanho reduzido, fio dental, mostrava as nádegas da mulherada, principalmente as jovens. – Os machões, usavam calção lycra, mostrando o volume de sua genitália bem dotada. – Pedidos eram feitos a fabrica de Ioske, mas só Biquínis e calções lycra. Ioske ficou apavorado; tinha no depósito, grande numero de rolos de lâ para maiôs e calções. Foi obrigado a vender sua vila de casas.

Mendele, o malharista, faturava horrores, quando o inverno, se mostrava rigoroso, já em fins de Março. Com o tempo, mandou construir um prédio de apartamentos, cujos alugueis, abastecia Gitale, sua mulher de vestidos e jóias, e viagem a Poços de Caldas. Sempre lá, por quê? – dizia Mendele; As águas radiativas, Mendale, fazem bem a pele; Veja como estou mais nova, meus olhos claros, brilham, não notaste? – Sim notei, mas também notei que você não me pede amor, esquisito isto, não achas? – Não, dizia Gitale, no hotel tem o gerente, que satisfaz meus desejos. Desejos? – Como? – Mendale, você não compreende?
Compras para nossa casa, objetos de cristal, artesanato e que tais... O que não compreendo são os que tais... disse Mendale, e teve como resposta de Gitale; como você é burro.- Bem, brigas á parte, os invernos seguintes, se tornaram veranicos; pedidos eram suspensos, mercadorias vinham de volta,- dividas, teriam que ser pagas, ou negociadas; Mendele procurou corretores para vender seu prédio de apartamentos, e vendeu a preço de banana, conforme ele disse ao pessoal do pretezl e aqui estou; perdi tudo até a minha mulher; mas o que me faz mais falta não é mulher, e sim, meu prédio, que saudade...

Olhai as borboletas!

Iossale o caixeiro viajante, de volta para São Paulo foi visitar velhos amigos do pletzl; esquina Rua da Graça com a Corrêa de Melo. Todos com bonés, óculos, roupas simples, formando um grupo homogêneo a comentar sobre a situação do mundo. Todos eram juízes de suas próprias idéias. – Oi Iossale, tens novidades? Muitas, mas quero saber o que vocês, tem para me contar.O “chefe” do grupo, Jacob, do alto de sua autoridade disse-lhe; Não é bem novidade aqui no Bom Retiro, O Boris, da camisaria Shmates, perdeu uma fortuna no jogo de poker, não tem como pagar; Mas ofereceu sua mulher, aquela Grisale, como garantia.

Garantia? Como; Amor! – que história é essa? È isso mesmo, pagaria com o amor da mulher. E a Grisale consentiu? – Lógico; O Boris quando vem da seções de poker, deita e dorme; esquece das obrigações amorosas, e ela que está sempre no “cio” como cadela que é, pede amor e o Boris só quer dormir, portanto...para se livrar dela por uns tempos, oferece o que ele não pode dar. E a Grisale, se aproveita e goza com o sabor do orgasmo.

Iossale, pensando em suas borboletas; As “Meninas” das Pousadas, cozinheiras, arrumadeiras e garçonetes, pode até escolher a mais bonita, e fazer amor sem compromisso. Mas nos seus 20 anos de estrada,sempre negociando, vendendo mercadorias da mais alta qualidade, compradas na 25 de Março, fez seu pé de meia, comprou seu apartamento onde ficava quando voltava de suas viagens. Saia para ver os amigos, dava uma volta pela sua preferida 25 de Março; ver as novidades, e recomeçar a rotina. Na volta ao apartamento, pegava seu diário, fazia algumas anotações em vermelho; ”Preciso casar, ter filhos, constituir uma família, estou chegando as 35 anos, é o meu horizonte; preciso pensar no futuro, procurar minha companheira até que o divorcio nos separe, mas meus filhos continuarão talvez algum se forme médico, principalmente geriatra, que me cuide na velhice, que chamamos de terceira idade. A morte é tão certa, quanto a matemática; não há como escapar. Mas procurar uma boa mulher hoje em dia é tão difícil quanto agulha em palheiro. Principalmente se for bonita, simpática e fiel.Sei que é missão impossível, mas sou teimoso, vivo a procurar; em quanto isso, tenho minhas “borboletas, que me consolam .e me satisfazem”, mas os anos passam, não posso pará-los; olho-me no espelho e falo; será que este cara, não consegue sua cara metade? - ficará solteirão o resto da vida? – tenho que pensar e rápido, negócios á parte, a vida tem que seguir, uma família é o meu horizonte, e espero que não seja um “horizonte perdido, - Falo ao espelho e o cara; Iossale, se manca, corra senão o bicho pega. – se ele te pegar, você vai para eternidade deixando para a posteridade e o governo tudo conquistado com o suor do teu rosto. É o Horizonte de um homem, que conquistou sua independência financeira; mas não conquistou uma companheira que dela fizesse parte, com filhos, - principalmente uma família.

sábado, 12 de setembro de 2009

Iossale e as Grandes Festas

As grandes Festas Judaicas se aproximando, Iossale, pensa; tenho que fazer uma boa ação; Ato contínuo, parte com sua Kombi recheada das bolsas de "grife", para uma localidade no Rio Grande do Sul, entre as serras gauchas chamada Bem me Quer. É um nome sugestivo, para um bom gesto. Um caminho longo a percorrer, Iossale dirigindo a Kombi com cuidado, pensa; Rosh Hashaná, começa na noite de 18 deste mês, tenho ainda alguns dias para chegar a Bem me Quer, não é preciso pressa, mas sei o que vou fazer. - Muitos quilômetros rodados, chega enfim ao seu destino. - Procura uma Pousada para descansar, tomar seu banho e comer alguma coisa. A Pousada tem o mesmo nome do lugar. É hospitaleira, como todas Pousadas; Seu dono, um gaucho, alto, bigodudo, usando bombachas o atendeu; Boa Noite meu amigo, gostas de um bom churrasco? - Sim, disse Iossale, e uma cerveja gelada, vai muito bem, estou com muita fome, fiz uma viagem longa, vim de São Paulo. São Paulo? - faz muitos anos que não piso lá. Iossale, não gostou do piso lá, a terra onde nasci? - mas deixa pra lá, a fome é grande, não vale apena discutir, ainda mais com um homem de 1,95 - fome saciada vai bem uma boa conversa perto da lareira; Ô gaucho, logo teve a resposta á moda gaucha; meu nome é Bento e o seu? - pode me chamar de Zé, queria lhe perguntar, sei que, no Sul as crianças gostam muito de estudar, tem alguma escola nesse lugar? - Tem, á alguns quilômetros daqui. Alguns quilômetros para você, quanto é, disse Iossale; São uns, deixe pensar; á sim, meu filho, leva meus netos numa picape, que roda segundo me disse, 29 quilômetros até a escola, e na volta outros 29, todo dias, 58 quilômetros ida e volta, mas ele é inteligente, enquando meus netos estão na escola, ele vende uns nacos da bôa carne para churrasco, para os professores e pais dos alunos, isso me dá um bom lucro, vale apena essa jornada. - Bento, eu pensava ir até lá, e fazer uma bôa ação. Bento; fazer uma bôa ação? como chê? - Vou te explicar; eu sou brasileiro, e judeu não praticante; acontece que no proximo dia 18 á noite, é véspera de nosso Ano Novo, é um nome esquisito pra você, chama-se Rosh Hashaná. E eu com isso? - Bento, seu filho leva todos os dias, seus netos para a escola, posso acompanhá-lo com minha Kombi? - Chê, com todo o prazer, vou falar para ele esperar por você, até as 5 da matina, é quando ele parte com as crianças. Ò, as 5 da matina? - Chê, quis dizer da manhã. Tudo bem, lhe agradeço Bento, vou pagar a conta da hospedagem agora, pois as 5 da matina você deve estar dormindo, certo? - Que certo, que nada, as 4 da matina, estarei alimentando meu gado, depois de tomar meu chimarrão. - Conversar com gaucho, precisa ser diplomático, Iossale sabia disso, pagou o que devia e foi dormir, deixando recado para que o acordasse, "Main Got" às quatro da matina.
Estava escuro o dia, quando partiram, precisava chegar na escola as 7 da manhã.

Lá chegando, Iossale, desceu da Kombi, para combinar com os professores, distribuir para os alunos, as bolsas de "grife" encalhadas. Alegria geral, alunos e alunas aplaudiram Iossale, pelo presente inesperado. Depois de um breve discurso, Iossale partiu de volta para São Paulo. - Estava satisfeito pela bela ação que praticou, era como um Papai Noel Judeu, não fazia nenhuma diferença; pois no Yom Kipur, assistiria ao Kol Nidrê, o soprar do Shofar pelo rabino, e rezaria o Izcor, pelos seus antepassados ao meio dia seguinte dia 28, era próximo do fim do mês, negócios, nem pensar; estaria de alma e espírito limpos, estava perdoado de todos pecados, até o próximo Yom Kipur. - Amém.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A idéia de Iossale

O assunto de minha crônica: uma idéia brilhante, de Iossale, o caixeiro viajante.

Voltando de Águas Claras, vilarejo, em que não poderia negociar suas bolsas de grife; Iossale teve uma brilhante idéia; - Que tal, vender conjuntos de cama e mesa, e dar aos compradores e compradoras uma bolsa de presente! - Rumou para um vilarejo chamado Toque-Toque; Em lá chegando, como de costume procurou uma pousada para descansar, tomar seu banho e comer alguma coisa. - Durante o lanche, conversando com hospedeiro, Janjão, "nome esquisito esse", pensou e falou; Janjão, porque aqui tem esse nome? - Janjão pensou e disse; a mulherada daquí, tem um costume interessante; tudo que vêem, precisa ser tocado, seja homem ou mulher, elas apreciam isso como se fosse comida que precisa experimentar. Iossale franziu o cenho e disse; mercadoria também? Lógico, mercadoria comprada tem que ser tocada, sentir o tecido, algodão ou seda, bordados feito a mão e por aí vai, é um toque para isso e um toque para aquilo.
Iossale, um toque para aquilo? - Janjão, ó homen, você não compreende? - Homem bem dotado tem preferência. Ah sei, e mercadoria também? - faz parte do negócio homem. Bem, disse Iossale, eu tenho mercadoria de alta qualidade, lá na minha Kombi; se alguma mulher comprar, leva de presente uma bolsa de grife. - Grife? - o que é isso? Iossale já cansado da conversa e querendo se safar disse; grife é quando a mercadoria é muito boa, e de qualidade, segundo o fabricante, e para isso ele mesmo grifa a mercadoria. Janjão vendo uma oportunidade; dar um presente a sua amante, junto a alguma coisa que ela queira, olhando para o fundo da pousada gritou, Ginginha, venha aqui. Tem um moço vendendo roupa de cama que estamos precisando, e ele dá de quebra uma bela bolsa. Ginginha veio, uma bela mulher, morena, olhos verdes, simpática, que deixou Iossale encantado.

Cerimonioso disse; Tenho um conjunto de roupa de cama bordado a mão, feito por rendeiras do nordeste (Rua 25 de Março), faço um preço barato; 1.200 reais, e divido em dez prestações, não um bom negócio? - Ginginha, é bonito, o Janjão também vai gostar, mas ele me disse, que se eu comprar, levo uma linda bolsa de presente, é verdade? - Sim é verdade, pode escolher, vou pegar a bolsa. Ginginha, entrou na Kombi, escolheu um conjunto, e viu no fundo um monte de bolsas com o mesmo desenho. Espera aí, moço, é tudo igual, não tem outros desenhos? - se eu for num baile, toda mulherada pode estar com bolsas iguais, como é que eu fico? - No mesmo lugar, disse Iossale, todas as mulheres vendo seu gosto igual à delas, não é legal? - Legal é, disse Ginginha, mas não a mulher do dono da Pousada, usando bolsas iguais às das colhedoras de cana de açúcar. Tem razão dona Ginginha, disse Iossale, elas não podem usar bolsa igual a uma empresária do ramo de comidas e "dona" da Pousada, certo? - Ginginha, orgulhosa de ser chamada empresária e dona da Pousada: não pensei nisso, o senhor tem razão! E olhou com carinho sua bolsa de grife... e disse, essas colhedoras vagabundas, vão me pagar! - Iossale, dona Ginginha, elas já me pagaram, me compraram mercadorias e ganharam suas bolsas, então está tudo certo, também; Não também não, disse ele furiosa indo para dentro da Pousada.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Devaneios de Iossale, o caixeiro viajante!

Depois de abastecer sua Kombi na 25 de Março com mercadorias de "alta qualidade", pensou sobre algo que tinha visto numa loja; uma bolsa vistosa, talvez "importada do Paraguai ou da China" - cujo valor 8,00 lhe chamou a atenção; Esta tipo de bolsa, já tinha visto numa vitrine em loja de grife, na rua Gabriel Monteiro da Silva por 585,00. - Deu ré, e voltou para loja, olhou a bolsa, e perguntou ao vendedor de olhos amendoados que devia ser chinês, se o preço era aquele mesmo. Sim disse o vendedor, só no atacado; - Depende, disse Iossale, o que é para você atacado. Mínimo de dez dúzias disse o vendedor. Iossale pensou e disse: se eu comprar 20 dúzias, você reduz o preço? - Espere um pouco disse o vendedor, vou perguntar ao meu pai. (orientais em geral, trabalham em família), voltou e disse, podemos dar 3% de desconto.- Iossale propôs pagar 5%; Os orientais, tem concepção própria de negociar; dão um preço já acrescido com 3%, e desse desconto não arredam pé.- Iossale já sabia disso, mas ele queria comprar as bolsas e revender em lugarejos ou pequenos povoados. Mandou empacotar as bolsas, pagou e partiu. Um amigo em viagem de ferias foi parar num povoado chamado Águas Claras, e indicou esse local para Iossale, que era o destino de sua viagem. Horas depois de enfrentar estradas vicinais de terra chegou a Águas Claras. O calor era escaldante, Iossale, suava por todos poros, precisava de um banho, para isso procurou uma pousada onde se hospedou. - De banho tomado, vestindo sua habitual camisa esporte xadrez, foi jantar. Perguntou ao dono da pousada, o Zé Silva,- "incrível esse nome e sobre- nome" era encontrado em quase todos lugares que ia a negócios; Seu Zé, porque esse lugar é chamado de Águas Claras? - O Zé perguntou-lhe o nome, mas de outra forma; qual a sua graça? - Iossale que não estava acostumado com essa expressão disse; Não tenho graça nenhuma, só quero saber o porquê do nome deste lugar, Águas Claras. Seu Zé homem simples, disse; seu nome, por favor; Ah sim, desculpe, estou sem graça, meu nome... pode me chamar de Zé. - O senhor está vendo uma montanha lá no fim do horizonte, mais abaixo tem uma abertura entre pedras onde escorre um fiozinho de água, e desce avolumando com mais água que escorre para baixo, são águas claras que passam a 200 metros de minha pousada, são límpidas cristalinas, é a mesma que eu ponho na jarra da mesa e que o senhor já tomou e é nome de minha pousada deste vilarejo. Obrigado, já matei minha curiosidade; tem como ir aquele lugar e ver a fonte dessa água? - Tem sim senhor, a picada para chegar lá não é essas coisas, é muito ruim, só com um jeep com tração nas quatro rodas. Iossale, e como você chegou lá, você tem esse jeep?(já começaram a se tratar como velhos conhecidos, empregando o você ao em vez de senhor) Sim eu tenho; o Sr. Jamil, gosta muito desse lugar, deixa seu filho na loja da Rua dos Turcos em S.Paulo e vem passar uns dias aquí, na minha pousada, falando nisso ele está para chegar amanhã. Iossale, estranho esse nome de rua e perguntou;
Zé, essa rua que voce chama dos Turcos, não é rua 25 de Março? - È isso mesmo, essa loja fica quase encostada numa loja de chineses, que vendem bolsas, minha mulher ganhou uma do Sr. Jamil. - Iossale, franzindo a testa; foi presente? Foi presente sim, depois que ele vendeu o seu Jeep tração quatro rodas para mim, e uso para levar meus fregueses a passeio, principalmente ver a fonte de onde vem essas Águas Claras. Zé, eu sou muito curioso; posso ver essa bolsa? Sim, vou pedir a minha mulher; - Nininha, esse moço, quer ver a bolsa que você ganhou do Snr. Jamil, lembra? - então traga aquí. - Iossale ao ver a bolsa teve um chilique, quase desmaiou, era a mesma que ele tinha comprado as dúzias por 8.00 a unidade, com desconto de 3%, para vender em Águas Claras, as mulheres de fazendeiros da região por 500 reais em suaves prestações, e pior, ele conhecia o turco; vizinho que era da loja de bolsas do chinês. - Iossale pediu a conta ao Zé, que intrigado perguntou? - Você me disse que veio para cá para descansar por alguns dias, e já vai embora porque? - não gostou da minha pousada? – Gostar, gostei... mas lembrei que preciso estar amanhã num vilarejo chamado Vem que te quero, onde tem uma benzedeira que cura todo tipo de doença. Zé, você está doente, temos aqui perto uma benzedeira que cura até bicho do pé, vamos lá? Obrigado meu amigo Zé, eu não tenho bicho no pé, o que tenho mesmo uma cabeça de burro que atrapalha meus negócios. E ela é boa para limpar essa cabeça. Tchau Zé...

sábado, 5 de setembro de 2009

As duas faces das Olimpíadas; 1936 e 1972!

O líder nazista Adolph Hitler, patrocinou a Olimpíada de 1936, em Munich - Alemanha, para mostrar ao mundo sua teoria ariana de pureza racial. Ele próprio não era ariano e muito menos de raça pura.Nascido em Linz, Áustria, era filho de mulher austríaca e pai alemão, um alcoólatra compulsivo, que batia na mulher, quando lhe era negado dinheiro para compra de bebida alcoólica. Esse menino, que anos mais tarde, se tornaria um monstro cruel, criou o partido nazista, num boteco de Munich. A partir daí, começou a tragédia; mas precisava um palco, mostrar ao Mundo, a força e superioridade ariana nos esportes, principalmente em uma Olimpíada dentro da Alemanha já nazificada! - Os 100 metros rasos, foram ganhos por um esportista afro-negro americano JESSE OWENS. Hitler e seus companheiros ficaram pasmos; um negro enfrentando esportistas arianos "puros'?, e pior, ganhando a medalha de ouro olímpica pela façanha e recorde mundial, da modalidade 100 metros rasos. Ele como líder da nação, teria a honra, de pregar a medalha de ouro no peito de um negro, "impuro". Hitler, raivoso, levantou-se e foi embora. - Os espectadores ficaram pasmos; mas um dos atletas alemães que participaram da corrida, prontificou-se a entregar a medalha de ouro ao atleta negro; foi o que fez e ainda abraçou o campeão reconhecendo a vitória.

Estava desmistificada a pureza racial ariana. O restante, todos sabemos; O inicio e fim da segunda Guerra Mundial, com a vitória dos aliados, mostrando ao mundo a crueldade dos nazistas; o Holocausto! 6 milhões de seres humanos exterminados por um crime horroroso? - Não; Só por serem alemães de etnia judaica!

Finda a Segunda Guerra Mundial, países arrasados pela fúria nazista, tiveram auxilio de um plano, Marshall, que reergueu a Europa. A Alemanha, mesmo pagando indenizações de guerra, e a sobreviventes do Holocausto, começou a se recuperar da destruição, e mostrar ao mundo a nova Alemanha. Para isso precisava de um palco; patrocinar a Olimpíada de 1972, e assim o fez, na mesma cidade de Munich. O palco era grandioso, bem organizado. Delegações de atletas de vários países começaram  a chegar, inclusive do Estado de Israel. Começaram as Olimpíadas; mas a segurança era precária. Um grupo terrorista palestino. chamado Setembro Negro, se infiltrou perto das instalações dos atletas israelenses. Numa distração da segurança israelense, portando metralhadoras Kalashnikov, entraram nos quartos dos atletas, fazendo-os reféns. Emitiram um comunicado; Se os duzentos "prisioneiros"<terroristas, melhor dizendo>Palestinos; Não forem soltos, dentro um prazo determinado; começariam, a matar cada atleta israeli, de hora em hora.- Outra tragédia, para o povo judeu.-  Alemanha prontificou, pagar uma grande indenização, para soltura dos atletas, que não foi aceito pelos terroristas. Israel, pediu permissão para mandar uma força bem treinada para tais situações, mas a Alemanha não aceitou. Suas forças de segurança, não tinham treino adequado para salvar,  sim para matar.

Países participantes, pediram suspensão das Olimpíadas. - Mas depois de um hiato, começaram; - a chanceler Golda Meir disse que Israel não negocia com terroristas. Dois atletas que resistiram foram assassinados friamente. Israel mandou uma delegação, chefiada por um general, para negociar com a Alemanha. Disseram ao chanceler alemão Helmuth Kohl, que, "precisava e devia entender" essa situação. Vieram mas não houve negociação. Forças alemãs tomaram a sí, para como ultimo recurso, a força. Os terroristas, cansados e enclausurados, pediram um avião que os levasse, junto com os atletas israelenses, para Cisjordânia, que era parte da antiga Palestina. Foram atendidos, mas os alemães tentaram surpreende-los, já dentro do avião, metralhando-os; Os terroristas, revidaram e metralharam 11 atletas israelenses, e foram mortos também. Essa Olimpíada de 1972, realizada na Alemanha, foi outra tragédia para o povo judeu!

Seria, essa uma sina de nosso povo? - Só saberemos no devido tempo; com a assinatura de uma Paz definitiva com países árabes...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Um ato de triste memória; 70 anos após a Segunda Guerra:

O Exército Vermelho invadiu a Polônia em 17 de setembro de 1939.

O premiê Lech Kaczynski, compara o massacre soviético ao genocídio nazista visando a destruição da elite polonesa.

Após a invasão da Polônia pelos exércitos nazistas, a Alemanha detonou a Segunda Guerra Mundial. A então URSS tinha com os poloneses litígios de fronteira (Ucrânia e Belarus estavam na esfera de Moscou). Mas o ditador Joseph Stalin queria também enfraquecer o país vizinho e deslocar para o território dele o confronto militar com os nazistas. Na operação os russos fizeram ao menos 250 mil prisioneiros. Em março de 1940 o Kremlin determinou, após triagem, o fuzilamento de 22 mil militares, policiais e intelectuais. Boa parte deles fora transferida ao campo de concentração na cidade russa de Katyn. Entre os mortos estavam dois generais, um almirante, 79 coronéis, sete capelães e 20 cientistas. O massacre comandado pelo ministro do interior Laurente Béria - grande carrasco do stalinismo - teve como motivação implícita privar a Polônia de sua elite e assim inviabilizar sua rápida reconstrução - Os soviéticos só assumiram a autoria do crime em 1990. Foi uma operação da NKVD, a então policia política e precursora da KGB. - Bem antes disso, ainda durante a guerra, procuraram responsabilizar os nazistas, que ocuparam a região em 1942. No ano seguinte, Joseph Goebbels, chefe da propaganda de Hitler, denunciou o massacre soviético e teve sua tese confirmada por uma comissão internacional. - <É interessante notar, que essa comissão internacional, não foi avisada por Goebbels, do extermínio de cidadãos civis judeus, que visou liquidar um povo, de etnia judaica, e conseguiu, assassinar durante a Segunda Guerra 6 milhões de pessoas, homens, mulheres criança e bebes, que se vivos fossem, teríamos hoje em dia, intelectuais, advogados, Juristas, professores, médicos e cientistas, que revolucionassem a civilização, através de seus conhecimentos, tecnológicos, científicos, médicos, e quem sabe, até a cura definitiva de todos tipos de câncer; e não teríamos de memorizar todos anos o Holocausto, que manchará todos cidadãos alemães até a eternidade.> Nós cidadãos judeus temos um slogan:

"ESQUECER, NUNCA - PERDOAR, JAMAIS!"

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Uma crônica sobre Ortodoxos, a Cura do Câncer a Paz em Israel

Tentativa do Estado de Israel para uma paz definitiva; seria uma missão impossível? - Vamos visualizar um horizonte virtual, que poderia tornar possível.

Em um instituto de ciências avançadas em cidade de Israel, um grupo de cientistas e médicos especializados, tenta em laboratório descobrir a cura para moléstias crônicas. Varias cobaias foram vacinadas com certas proteínas misturadas com enzimas retiradas de plantas medicinais. Um macaco Rhesus, com câncer no fígado, recebeu a primeira dose; e outros em seqüência, inclusive um porco (aí, é o começo de uma discussão; Um dos cientistas e um medico eram ortodoxos, não aceitavam um porco como cobaia.) interpelados por cientistas e médicos laicos, que em nome da ciência tudo seria possível se religião, qualquer que seja não interviesse. - Os ortodoxos não aceitavam essa hipótese, mesmo em nome da ciência. - Os laicos propuseram uma reunião para debater sobre ciência e seus propósitos e religião e seus adeptos. Realizada a reunião, um cientista ortodoxo começou a sentir dores insuportáveis, segundo ele. Um médico laico, depois de examiná-lo, diagnosticou um possível câncer num dos rins, e acenou com a possibilidade, de aplicar um medicamento já testado num porco.

Main got, mixiguene cop, justo eu um judeu ortodoxo? - O medico friamente disse: Se você como judeu ortodoxo, consegue suportar essas dores terríveis, vamos retirá-lo, de nosso meio; somos médicos e cientistas, não temos tempo para rezar, muita gente está morrendo, precisamos tentar curá-las, para isso estamos trabalhando, não interessa se cobaias são macacos ou porcos, elas poderão ser a salvação de milhões de pacientes com doenças crônicas, principalmente o câncer que até agora não tem cura.

O judeu ortodoxo não se conteve, e disse; e a quimioterapia, a radioterapia, um coquetel de medicamentos, poderia resolver meu caso, não acha? - O laico; não, não achamos, aqui não é hospital, é um centro cientifico que poderá encontrar, talvez a cura definitiva de qualquer tipo de câncer; já que você é um religioso ortodoxo, reze; enquanto sente dores horríveis enquanto o câncer destrói seus rins. O ortodoxo estava suando frio, seu semblante começou a mudar devido as dores que persistiam; não agüentou e disse: Tudo bem. Me aplique a vacina, eu lhe juro, caso resolva o problema das dores e principalmente, salvando meus rins do câncer, vou ao primeiro Shil rezar por vocês, salvando suas almas, envolvidas com porcos. O medico laico, impaciente falou; Mas os porcos é que são sacrificados nas experiências para a cura do câncer, nada tem a ver com almas, mas com seres humanos vivos e saudáveis, livres definitivamente do câncer, não acha? - O ortodoxo, cada vez menos ortodoxo disse: tive uma idéia; Se essa formula para cura definitiva do câncer der certo, que tal usá-la, para obter a paz definitiva com países árabes, que não aceitam a existência de Israel? - O laico, não estou entendendo? - O "ortodoxo", sentindo-se cada vez mais aliviado da dor, e com ela do câncer, Entenda meu amigo; Essa milagrosa formula, é como nossa sagrada Arca da Aliança, - com ela em nosso poder podemos proclamar ao Mundo e à comunidade arabe; Temos uma formula que combate e cura o câncer definitivamente; se a comunidade árabe, que tem entre si pessoas com câncer, querem ser curadas, podemos atendê-las desde que responsáveis dignitários de seus governos, assinem com o Estado de Israel, um tratado definitivo de Paz, assim reconhecendo nossa existência. Esse tratado é tão essencial, como é essencial, a cura definitiva do câncer. O cenário da Humanidade mudaria, e provavelmente teríamos um Paz eterna. É o Horizonte que precisamos, Amém.

sábado, 29 de agosto de 2009

Iossale o caixeiro viajante e a cigana

Iossale dirigindo sua Kombi, seguia rumo ao interior para efetuar seus negócios; vendia suas mercadorias de "alta qualidade" compradas na 25 de Março, por preços razoáveis em módicas prestações de acordo com a cara do freguês. - Parou sua Kombi em baixo de uma arvore frondosa e desceu para descansar. O calor escaldante grelhava sua cabeça e o raciocínio. Estava dormindo quando ouviu a voz de uma mulher; Abriu os olhos, viu a sua frente uma mulher com vestido colorido, tipico de cigana.

O senhor está bem, disse a mulher: sim estou bem e a senhora? - Sim, depende do senhor: De mim porque? - Como o senhor está vendo sou cigana, posso ler sua mão. Ler minha mão porque? - Ué disse ela, o senhor não gostaria de saber o que o destino mostra através das linhas que temos nas palmas da mão? - Iossale olhando a palma da mão, viu linhas se cruzando formando uma especie de M. Sim estou vendo, isso é natural, todas pessoas tem! - Sim, disse a mulher, mas só as ciganas podem interpretar. Iossale ansioso de se livrar da mulher disse; e quanto vai me custar? - Depende disse a cigana, quanto dinheiro o senhor tem? - Iossale, essa não, quanto dinheiro eu tenho? - o suficiente para por gasolina na Kombi e mais algum para me sustentar na viagem. Tudo bem, me estenda a palma da mão direita. Porque tem que ser da mão direita, e a esquerda não serve? - A cigana nunca tinha tido em toda sua vida um freguês como esse e retrucou; Se o senhor não é canhoto, mostre a palma da mão direita, e lhe direi seu destino. Já estava escurecendo e Iossale querendo se livrar da cigana abriu a mão, mostrando a palma. - A cigana, pegou-lhe a mão, começou a falar; Tem uma linha curva, que rodeia o dedo polegar até o fim da palma; se ela atingir o começo do pulso é sinal que o senhor terá vida longa. Iossale curioso, viu que essa linha mal atingia o começo do pulso; começou a suar; a cigana percebeu que tinha atingido seu objetivo, falou; Essa linha indica que depende do senhor, ter vida longa. De mim por quê? - Tire do seu bolso o dinheiro, e mostre a nota de maior valor; Iossale esperto como era, percebeu o golpe, tinha em seu bolso varias notas, de 5 de 10, muitas de 20 e de 50 e uma de cem reais.

Cutucou o bolso, tentando esconder as notas de 50 e principalmente a de 100 reais. A cigana, vendo ele se retorcendo, olhando para cima, tentado adivinhar as notas maiores, disse: quanto maior a nota, maior o tempo de vida posso lhe dar.

Iossale, franzinho o cenho, perguntou: A senhora por acaso é filha de Deus? - Todos, somos filhos de Deus, mas eu dou uma ajuda, se for ajudada, depende do senhor. Se depende de mim, vou me cuidar, me alimentando regularmente, bebendo muita água, matando a sede, trabalhando muito, pois trabalhar é preciso, tenho muita coisa a fazer, não posso perder tempo com essa conversa, está bem.

A cigana percebeu, que não conseguiria nada daquele homem, disse: Olhe, meu amigo, a noite já chegou, veja as estrelas lá no céu, estou vendo disse Iossale, lhe desejo uma boa noite, e se dirigiu para Kombi; ela correu atrás, e lhe pediu carona até a próxima cidade. Iossale abriu a porta da Kombi e pediu que subisse. Partiu em direção a cidade mais próxima para deixá-la, mas não se conteve e perguntou-lhe; A senhora vive disso, ler a mão das pessoas? - meu amigo, nós ciganos, somos evitados, somos enxotados, porque acham que cigano vive para roubar, então nosso único trabalho é esse, ler a sorte das pessoas. São poucas pessoas que acreditam, principalmente os crentes e supersticiosos, portanto... Sim, disse Iossale, porque a nota de maior valor? - O senhor não sabe? Com uma nota de maior valor, podemos esperar mais tempo, nos alimentando, pois alimentar é preciso, até o próximo cliente, o tempo está difícil a crise é grande, temos que caminhar é nosso destino, fazer o que? - Fazer o que? - lhe dou um conselho; com tantas arvores que vejo pelo caminho, principalmente, mangueiras, que tal colhê-las, arrumar um caixote, - eu tenho no carro um sobrando, lhe dou, ajunte muitas mangas e ofereça aos motoristas e caminhoneiros, tem sempre quem compre, assim ajunte dinheiro e quem sabe com o tempo, você ache um espaço para alugar, e monte uma quitanda, e vire empresaria no ramo hortifrutigranjeiro; - Espera aí, eu empresaria, com esse nome esquisito? - Que esquisito, é um trabalho como outro qualquer; - Eu nasci cigana, já tenho meu trabalho, é só esperar o próximo freguês, só espero que não seja como o senhor. - Iossale, main got, conheço muita gente, - porque aparece uma cigana no meu caminho, querendo meu rico dinheirinho, conquistado com o suor do meu rosto, e o suor de meus fregueses, para pagarem as módicas prestações?

sábado, 15 de agosto de 2009

Uma experiência perigosa!

"Um professor americano que simulou um regime nazista na sala de aula fala à Folha sobre as conseqüências da lição"

A colunista da reportagem local, Cristina Fibe fala sobre um filme "A Onda" filme que estréia na próxima sexta no Brasil, transfere para Alemanha o experimento que quase acabou em tragédia nos EUA.

Será possível um regime como o nazista emergir hoje, no Brasil ou em qualquer país democrático? Para provar que sim o jovem professor usou como cobaia um grupo de adolescentes, nos anos 60, e transporta projeto para a Alemanha atual.

O original aconteceu em Palo Alto, Califórnia em 1967. Em uma aula de história, um estudante questionou a responsabilidade do povo alemão pelas ações do Terceiro Reich. O professor fez uma pequena simulação para que entendessem o que é ter que seguir as instruções de um líder maníaco.

Primeiro ensinou postura, respiração correta e respeito à autoridade.

No dia seguinte, ensinou aos estudantes; disciplina e noção de grupo. O mestre deu à classe um nome - A Terceira Onda. Mais tarde um slogan, uma saudação, um cartão de "sócio" {juventude hitlerista] e até uma "policia" de estudantes para vigiar as ação uns aos outros. Chegou a fazê-los acreditar que “A Onda” extrapolava a sala de aula, num movimento que iria dominar o país e talvez o mundo.

Por telefone, o professor Ron Jones, 68, contou; "era muito gratificante ver a maior parte dos alunos se envolvendo,tomando as rédeas. Eles saiam para entregar panfletos, agregar nomes. E isso aí explodiu. Em cinco dias o numero de membros na classe dobrou de 25 para 50. Fora de lá, o movimento chegou a reunir mais de 300 adolescentes, segundo Jones, e silenciar vozes dissidentes à força. Uma criança perdeu a mão construindo explosivos. “Era uma criança perdida, perigosa”. Foi aí que o professor percebeu que tinha ido longe demais. Para decepção geral, fez um discurso no qual revelou a farsa e teve que apelar para o bom senso." Dois anos depois da "explosão" o americano foi demitido, e proibido de lecionar em escolas publicas."

Hoje ensina poesia a deficientes mentais, escreve e ministra palestras.

Ron Jones, demonstrando arrependimento, disse: "Nunca faria isso de novo. Coloquei alunos em perigo”. Esse tipo de experimento é util para mostrar, Quão facilmente nos tornamos vitimas desse tipo de "coisa"

Líderes nazistas experimentaram e estão pagando até hoje o repudio da civilização.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Aventuras de Iossale

As aventuras e negócios do caixeiro viajante Iossale, e o dia que a 25 de Março não fechou!

A Kombi de Iossale chegava à 25 de Março, quando sirenes tocaram. Iossale surpreendido prosseguiu e entrou na 25; comerciantes e seus funcionários foram à frente de sua lojas; esperaram Iossale sair da Kombi para interrogá-lo; Iossale é um negociante e não meliante, portanto perguntou; O que é isso?, Alguma festa? Kallil, o proprietário da loja onde Iossale estacionou sua Kombi falou: não, aqui não é reduto para festas e sim para negócios; Pois é isso que vim fazer aquí disse Iossale, não festas, mas negócios.

Kallil franziu o cenho e disse; já fazemos muitos negócios, não precisamos de você, ainda mais um Judeu! - Iossale tinha sangue frio, mas a menção de sua etnia o exaltava, partiu para cima do Kallil, apontando-lhe o dedo para o rosto, disse; eu nasci aqui em São Paulo, o Brasil é minha terra de nascimento, sou brasileiro e judeu não praticante, e você? Kallil recuou, pensou em sua terra natal, Síria e a Capital Damasco onde nasceu e replicou; - eu estou ajudando muitos brasileiros, os funcionários de minha loja, dando-lhes emprego e pagando em dia seus salários e você? - Iossale não perdeu a deixa; são os fregueses de sua loja que pagam os salários de seus funcionários, fazendo compras, pechinchando como é meu costume, comigo comprando, seu lucro pode ser no máximo, 10 ou 20% e não 80 á 90% como você, - desculpe, me excedi, seu gringo. Eu gringo? gritou Kallil, sou sírio, e árabe, entendeu, seu judeu? - Desta vez, a "calma, os batimentos cardíacos a pressão sistólica, foram para o espaço; Iossale, suando frio, tentando manter a calma", respondeu diplomaticamente; Veja Kallil, pense bem, Eu tenho parentes em Israel, e seus representantes no Knesset, tentam negociar a paz com os representantes da OLP, certo? São árabes como você, certo? - Kallil, até aí estamos de acordo; Iossale, se você que é árabe está de acordo, porque os árabes da OLP, não entram em acordo? - Kallil, coçando a cabeça disse; afinal você veio á fazer negocio comigo ou negociar a paz com Israel? - certo? Claro, disse Iossale, posso negociar com você Kallil; mas entre nós,- Jerusalém não faz parte do acordo de paz, é inegociável, certo?; - Kallil, querendo acabar de uma vez com a discussão disse: está bem, está certo: vamos negociar? - Até que enfim, disse Iossale para si mesmo, consegui abrir a negociação. Pena que dessa vez não era a Paz em Israel...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O dia depois do dia dos Pais!

Bisavô Acordo com a sensação do dever cumprido. Ontem dia dos pais, meu bisneto Felipe nos visitou.

Acompanhado de seus pais André e Luciana, como um pequeno príncipe e sua corte; estava entediado, abria os olhinhos, nós olhava e sorria; em seguida olhando a mãe, seu olhar pedia: e a comida?

A mãe solícita, atendeu o pedido, dando seio entumecido de leite, satisfez o pedido; - mas ele queria mais! e mais lhe concedeu sua querida mãe. Satisfeito dormiu. André voltando a saleta de visitas, colocou um disquete no DVD. Num belo cenário de um Hospital de referencia, Albert Einstein, nasceu meu bisneto Felipe.  Cortado o cordão umbilical, Felipe chorava; Mas uma enfermeira, depois do primeiro banho, colocou em sua cabecinha uma touca, pois precisava conservar aquecimento adequado ao ambiente que iria enfrentar.

Mas Felipe continuava á chorar, porque eu? Estava tão bem no ventre de sua mãe! Aí o pai se apresentou; pegou-o no colo, olhou aquela pequenina criança, acalentou, mimou, quase chorou, pensando para si, enfim sou Pai. Sim André, eu sou o primeiro bisavô de uma família maravilhosa que, Deus ou "artes divinas" me presenteou. querem mais?

Desejo a todos pais de família, principalmente a minha, que além de pais, avôs "nesse caso" meu filho Sergio junto a Raquel, sejam futuramente bisavôs, já que meu filho Waldir e meu genro Isaac, são pais amorosos, e futuramente, serão avós também. Pelo menos Isaac/Eliane tem um filho casado, Marcelo; o Ricardo está a fim de casar com Andréa, e já me promete mais um ou uma bisneta, que Deus de Israel o atenda, Amém... Espero vê-lo vivendo verticalmente, pois horizontalmente não dá, pois já estaria em outra dimensão, então só poderia dar-lhe espiritualmente minha benção, Amém...

domingo, 9 de agosto de 2009

Dia dos pais!

Hoje é dia dos pais, parabenizo todos pais do Mundo que merecem esse “título"

Eu penso que mereço. Casado com minha querida companheira, foram gerados dois filhos e uma estrela, minha querida filha; que fizeram o dever de casa; cinco netos e duas netas.

Querem mais? a neta mais velha Luciana junto ao André, deram a mim e minha esposa, o melhor presente que poderíamos almejar: um bisneto. - Mas dois netos casados, estão em "débito" [uso esse adjetivo por instinto – sou contador por formação]; O neto mais velho, casado há vários anos, me promete mas "não cumpre", estou esperando até hoje! Outro neto pouco mais novo e sua esposa [ela sim, quer] espera mudar para um apartamento, cujo prédio está em construção, cuja inauguração está prevista para daqui... uns dois anos.

Na minha idade é uma eternidade, caso viva até lá. Outro neto cujo casamento está marcado para Novembro próximo, "espera me dar a "noticia" [do nascimento do segundo bisneto] dentro de uns dois anos. Para ele que é irmão do "mais novo";  vale minha "esperança" escrita, quatro,cinco linhas acima!

UM FELIZ DIA DOS PAIS - E ESPERANÇA DESSE AVÔ, QUE ESPERA SENTADO O SEGUNDO BISNETO, POIS AO CONTRARIO, CANSA.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Yossale e o dia em que a rua 25 de março fechou

Yossale, já a bordo de sua Kombi, rumou para 25 de março, lá chegando, viu todas lojas fechadas, estranhou, viu o calendário que trazia sempre no bolso, falou consigo mesmo, hoje não é feriado, porque a 25 está fechada? - foi a uma banca de jornais e perguntou ao Zé, dono da banca; Zé, porque nesta rua as lojas estão fechadas? Zé, soube pelo Jalil, que hoje vinha um judeu chamado..espera um pouco, foi a procura de um caderno, onde marcava recados de fregueses aos logistas, e vice - versa, estava escrito; Yossale o judeu vem hoje aqui, para compras,

O Zé não sabia, mas essa era a senha, para fechar as lojas, motivo? O tempo que ele passava na loja negociando e pechinchando o preço das mercadorias dava para atender 20 fregueses, e isso dava prejuízo. Portanto... O Zé, não percebeu, mas Yossale olhando por cima do ombro dele leu a tal senha. Ah é, disse ele, vocês vão me pagar; - pensou no Plano B, - era seu plano de emergência, caso encontrasse alguma loja fechada. Encostou sua Kombi novinha em folha em frente de uma grande loja. - pegou os óculos e uma revista que comprou na banca do Zé, um premio pela informação, abriu em uma pagina onde se lia "como fazer bons negócios" ficou lendo. O gerente da loja onde, em frente estava estacionada a Kombi, viu pela câmera de segurança, um possível fregues. Suspendeu a porta de aço, saiu como não quer nada, e se dirigiu a Kombi. - Karam, era o nome dele, pois as mãos no rosto, não acreditava no que via; o Yossale de carro novo? - deve ter ganhado na loteria, está cheio de dinheiro pensou; mas o que Karam não pensou, - na estratégia do Yossale; e gritou, amigo Yossale, você de carro novo, ganhou na loteria? , - Yossale triunfante, fisguei o cara, ele acha que ganhei na loteria, mas vou mostrar, que dinheiro não é tudo; "imagina se dinheiro não é tudo, pensou; com ele você consegue transar até com a miss universo" - o Karam, eu não ganhei na loteria, apenas vendi minha camionete que já era uma lata velha, e com um pouco mais de dinheiro comprei essa Kombi.

Antes que Karam falasse; disse, esse negócio me limpou os bolsos, fiquei com muito pouco dinheiro, mas como preciso de mercadoria, você pode me vender alguma á vista? - lógico Yossale, vamos entrar na loja; o que você quer comprar?

Yossale, um momento, tenho marcado na minha agenda: botões de madrepérola, tamanho G, com 4 furos, e tamanho M, com 3 furos e tamanho P com 2 furos.

Só isso? - calma Karam; preciso pano de Tricoline 2 por 2, cor branca. Karam, mais o que? Tricoline branca com listas preta, para corintianos. Sim estou anotando, e mais? Tricoline verde para palmeirense, sim, mais o que? Para camisa São Paulina, você tem tricoline preta/vermelha e branca? Sim tenho, mais o que? Bem para o Santos, serve o mesmo pano do Corinthians, então quero dez peças de cada. Os outros que falei, só 5 peças de cada time. Karam, já prevendo um grande pedido falou: esses times, como Corinthians, precisam pano mais forte para calção. Yossale, sei disso, sou corintiano, "Karam, era palmeirense e perguntou; o Palmeiras, é todo verde. Camisa e Calção; sei disso falou Yossale, verde de raiva?

Karam louco da vida, falou uma palavra árabe, que Yossale conhecia muito bem; e extravasou, não precisa ficar com raiva, o palmeiras, as vezes ganha do meu Corinthians, é zebra fazer o que? - no caixa, Kallil, o dono da loja, gritou; vocês estão negociando ou discutindo futebol, Karam, eu te pago bom ordenado como gerente da loja, para ajudar os vendedores para vender o máximo que puder, OK? Sim, seu Kallil, como nosso freguês o Yossale, está fazendo um bom pedido, eu dou uma ajudazinha..."Yossale, falando baixo, é o que você pensa" - Karam, bem mais o que? ´ - meias brancas para os jogadores, e chuteiras. - Karam, fazendo brincadeira, e para o juiz, apito, conjunto preto ou conjunto, calça preta - camisa amarela? - Yossale, Karam você está brincando comigo? - juiz compra sua própria roupa, e de acordo com o jogo que vai arbitrar. - Karam, arbitrar? Yossale, gostei, você está falando difícil? - não Karam, já que você não entende, eu quis falar, apita conforme lhe pedem e pagam por isso, mais uma coisa, não todo juiz que faz isso, ainda bem, mais, já houve casos. Kalil, nervoso com essa conversa, resolveu entrar no jogo; vocês, sabem que no tempo da segunda guerra, o Palmeiras se chamava, Palestra-Itália e o São Paulo, Club Germânia? - foram obrigados por causa da guerra, disse orgulhoso de sua cultura futebolística, vamos fechar o negócio, já são 18 horas. - então tudo resolvido, disse para os dois litigantes? Ainda não, disse Karam, fazendo as contas, meu caro Yossale, o total do pedido deu, espera um pouco, estou esperando falou Yossale; calculadora na mão falou: total r$45.056,87, Kallil, dá um desconto de... 6, 87, assim arredondamos a conta, tudo bem? Yossale, Du Bist a Ganev, seu turco; Kallil, eu sou árabe não turco e você? Yossale, eu sou judeu/brasileiro e corintiano. A é, gritou Kallil, você perdeu o desconto. - Yossale, pegou uma pequena pasta no balcão, uma boa noite senhores e ia embora, ..quando ouviu Kallil gritar, está bem lhe dou o desconto, tá bem? - não tá bem, já que vocês perderam meu tempo, quero desconto de 20% - Kallil, quase desmaiou, vocês judeus não tem jeito, pechincham, pechincham e ainda querem desconto, assim eu vou a falência! - que falência que nada, sempre comprei em sua loja e tive desconto, e você nunca foi à falência, e mais uma coisa, troca de carrão todo ano, e eu só quando meu carro não mais nada, e vendo e compro outro com o suor do meu rosto. Kallil dá um cutucão em Karam, e lhe diz no ouvido, dá 5% de desconto, e vamos acabar com essa conversa, já está ficando noite. - Yossale, percebeu o cutucão, e a conversa no ouvido, disse, é verdade está ficando noite, eu preciso ir urgente á sinagoga para falar o Kadish por meus pais, tchau, - Kallil e Karam correram até a porta, seguraram o braço de Yossale, - sentimos muito pelos seus pais, em nome deles damos os 20% de desconto, certo? Yossale, com lagrimas nos olhos, "ele tinha um dente de alho no bolso, bem embrulhado em celofane por causa do cheiro" e usava quando fechava negocio com bom desconto, " disse. Obrigado pela atenção, abriu sua maleta, pegou a calculadora e descontou 20% sobre 45 mil reais, teve um ganho de 9 mil reais, pagou 36 mil em dinheiro, Kallil, não conteve um peido, como fedia?

Recebeu o dinheiro e disse até “a volta seu judeu”. Yossale, tirou o celular, “Pai, dentro de meia hora vou jantar com voces, fiz um bom negocio, vou passar na Menorah, para comprar Chalá e Hering e Pão Preto, vocês precisam mais alguma coisa?”

Não filho, está anoitecendo venha logo, vamos falar um Brachá, um Shabat Shalom a você, venha logo.

Yossale compra uma Kombi

As historias de Yossale o caixeiro viajante.

Com dinheiro na mão, com a venda de sua caminhonete ao Manuel, Iosale foi a uma Concessionária da Volkswagen em busca de uma Kombi para viajar ao interior, bem abastecida de mercadorias.

Achou uma no Ipiranga, bairro próximo à estrada que passa em frente da montadora Volkswagen.

Era uma estratégia bem pensada: estando perto das montadoras, teria um preço melhor para negociar...

Entrou na Concessionária, foi passando pelos carros reluzentes, a luz ajudava; olhava um e pensava: este deve custar os olhos da cara; este é bonito, mas não gosto de cor vermelha - representa comunistas que eu detesto; este outro tem capota branca e é vermelho em baixo, só falta a suástica no meio - alem de alemão é nazista!

Um vendedor se aproximou perguntando, o senhor achou algum que lhe interesse? Iosale disse: - eu achei muitos, mas não gostei do preço e das cores.

O vendedor, homem de cabelos grisalhos, terno e gravata impecáveis, sapatos pretos lustrosos, falou; Mas senhor, como não gostou do preço? Olhando ao redor, nenhum carro estava com tabela de preço; não vejo o preço sobre qualquer carro no estande. Yossale, não precisa de tabela de preço, é só olhar e ver que ele é muito caro. O vendedor; o senhor tem condições de avaliar o preço de carros? Yossale, sim, estou no ramo de negócios á muitos anos. No ramo de automóveis? - não, disse Yossale, meu negócio é outro. - o vendedor, meu senhor, posso saber que negocio? - sim disse Yossale, negocio com shmates. O vendedor, não compreendi, o senhor falou uma palavra que não entendo. - Yossale, essa palavra se refere a varias coisas que eu negocio, principalmente a prestação. O vendedor, me desculpe; o senhor é judeu? - Yossale, porque você acha que só judeu vende a prestação? - os árabes, turcos e outros, também vendem a prestação, e vocês alemães também. O vendedor, não sou alemão, sou brasileiro, e nós vendemos em varias parcelas de acordo com o cliente. - Yossale, bem, estamos de acordo, parcelas e prestação, é a mesma coisa. Mas com nomes diferente, não acha? - sim, disse o vendedor, somos uma empresa, em nossos negócios, parcelamos o saldo, e não, - vou usar essa palavra que não gosto, não "prestacionamos o saldo" até que enfim o senhor entendeu; eu vim para comprar uma Kombi à vista. E não à prestação ou parcelas como o senhor disse, tudo bem? - sim, disse o vendedor, mostrando cansaço, rosto avermelhado, nunca em sua vida como vendedor, encontrou um cliente a sua altura, perguntou; já escolheu sua Kombi? Espera aí, disse Yossale, a Kombi ainda não é minha, quero saber o preço, depois escolho. - o vendedor, pensando com seus botões, - que cara duro para negociar? Bem vamos ao sacrifício. - e falou, escolha a Kombi, e eu dou o preço á vista, como o senhor quer; como Yossale já tinha escolhido a Kombi e a cor preferida, falou, ainda não escolhi, mas aquela de cor creme é zero quilometro? - só trabalhamos com zero quilometro, o preço á vista é 50 mil, mal acabou de falar, - Yossale respondeu, "Main Gót" - o que? Que palavra é essa? - disse o vendedor; - Yossale, quer dizer Meu Deus, com esse preço eu compro uma casa. O vendedor, eu ouvi, duas palavras estranhas, não uma frase completa. Yossale, "Goiche Cop" - eu explico; quis dizer em minha língua Iidish.

Língua que falamos em todos os lugares e países. O vendedor, a entendi, é a língua de seu país, Israel? - não, eu vi a luz do dia aqui, em S. Paulo, portanto sou Brasileiro, não São Paulino ou Corintiano entendeu? . A conversa ia se arrastando, e o vendedor queria vender logo a Kombi, e se livrar desse cliente que o deixava nervoso com suas perguntas; o preço da Kombi é esse, porque tem portas corrediças. E não as convencionais, que se abrem para fora. Yossale, para mim, tanto faz, se as portas se abrem para fora ou são corrediças mentalmente ele sabia que as portas corrediças, são mais praticas, principalmente para colocar mercadorias, e pega-las para mostrar aos fregueses. O que me interessa é o preço, e eu pago á vista em dinheiro. O vendedor, só aceitamos pagamento em cheque, o senhor sabe, por causa dos ladrões, e visados pelo banco, caso visado, fazemos a nota fiscal, e o senhor leva o carro na hora. Yossale, esse é o problema, eu tenho um pouco de dinheiro aplicado em ações, e em banco, um pouco em conta corrente, - tenho cheque sim, mas deixo em casa por causa dos ladrões, daí? - o vendedor já exaltado; e quanto o senhor tem em conta corrente, se tiver o necessário, fazemos o negocio depois do senhor ir para casa e trouxer o cheque em nome da empresa, e cruzado, - sabe, por causa dos ladrões.

Yossale, já prevendo um bom negocio, disse eu disponho em conta corrente mais ou menos 30 mil, é o que tenho, aceita? - o vendedor, já gritando, vejo que o senhor não quer fazer negocio, com esse saldo, 30 mil nem pensar. Yossale, não se intimidou, "pensou, como ganhei 10 mil a mais com a venda da caminhonete, vou acrescentar os 10 mil de lucro, sobre o lucro que ganhei, fez sua proposta final, para fazer negocio, vamos rachar a diferença de 20 mil, 10 mil a mais, estou pagando pela Kombi. 40 mil em cheque, tudo bem? O vendedor com o rosto suado, e cansado, foi ao diretor da empresa com a proposta; o diretor, pensou, e disse; bem Chico, era Francisco o nome do vendedor, ainda não vendemos nada até agora, quase cinco horas da tarde, vamos aceitar a proposta, é quase o preço de custo dessa Kombi, se você aceitar receber não 4% de comissão, e sim a metade 2% aceita? Que remédio, não agüento mais esse cara, aceito, fazer já que, hoje não ganhei nada, - 2% sobre 40 mil, dá 800 já é bom negocio. Negocio feito para os dois, Yossale, pensou, só a Idishe Kop como eu para fazer um bom negocio. Foi a um restaurante Kasher e pediu Guefilte Fish com Cartofel e a Yuch com lokshen. Depois de tomar uma taça de vinho. Tim tim...lechaim.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Corrida Espacial

Ontem 20 de julho, marcou os 40 anos que astronautas americanos pousaram o Apolo-11 na Lua. - foi uma promessa do Presidente John F. Kennedy durante sua gestão, os EUA, poriam um homem na Lua em uma década. Mas não sobreviveu para ver sua promessa cumprida. Foi assassinado em 1963.

A URSS, foi a pioneira em lançamento de satélites. O Sputnik, foi o primeiro satélite a ser lançado, e depois de orbitar a Terra. O segundo foi lançado com uma cadelinha, Laika, mas não sobreviveu, ao orbitar a terra, mas latidos foram ouvidos. O terceiro levou o astronauta Yuri Gagarin, que orbitou a Terra uma vez e desceu normalmente em Rostow. O quarto lançou a primeira mulher astronauta, que depois de orbitar a terra, desceu em segurança.

Os EUA, lançou vários foguetes sem exito. Fez várias tentativas e acertou quando foi um foguete com a cápsula Mercury, o premiê russo Nikita Krushew, disse que o satélite americano era do tamanho de uma laranja. A guerra fria entre EUA e URSS estava acirrada; foguetes soviéticos estavam sendo instalados em Cuba. Era uma ameaça as portas dos EUA. O Presidente Kennedy deu um ultimato a URSS, caso não retirasse os foguetes de Cuba, reagiriam a altura. Uma ameaça nuclear ameaçava a humanidade. Navios soviéticos com mais foguetes estavam a caminho de Cuba, - receberam ordem de voltar a URSS. O mundo respirou.

A guerra fria continuou, Krutchew foi a ONU, fez um discurso, defendendo seu programa nuclear; instado a parar, tirou um sapato do pé, bateu na mesa, dizendo que os EUA são responsáveis, e que não desistiria de fabricar bombas atômicas, enquanto os EUA, continuassem a ameaçar a Rússia.

A corrida espacial estava instalada, os EUA, temiam que os russos mandassem um foguete a lua, com tripulantes. Felizmente ganharam a corrida, com o pouso da Apolo-11 e seus astronautas em 20 de julho de 1969. Os soviéticos mandaram robôs á lua, já que seus astronautas, ainda não tinham um treino especifico, para uma jornada mais longa. Os russos esperam mandar astronautas á Marte, em 2030, seis estão sendo preparados. Os EUA, não ficam atrás, pretendem mandar seus astronautas a Marte em 2020; está lançado o desafio.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dois contos

Brasil terra de esperança

Os amigos Jamil e Jacob, resolveram emigrar para o Brasil. Era a terra de esperança, segundo diziam. Vieram de mala e cuia, num vôo da El Al que depois de uma escala em Frankfurt - Alemanha.,. Para aguardar o vôo da Tam para o Brasil, (Jamil olhou para Jacob) lágrimas lhe desciam dos olhos; perguntou, Jacob, você está chorando, por um fato que aconteceu á mais de sessenta anos? - Jacob, olhando para o amigo, disse; - Jamil, quero uma resposta simples a minha pergunta; se você morasse na Alemanha na época nazista, tivesse uma loja, assim como seus amigos e conhecidos, um grupo de "gente" fardada, usando no braço esquerdo o símbolo nazista, começassem atirar pedras, quebrando as vitrines, entrando nas lojas, agredindo sua mulher e filhos, chamando vocês de árabes imundos o que você faria? - Jamil pensou um pouco, disse; o que vocês judeus fizeram. - Jacob, pois é, nada; como nós, comerciantes e civis podíamos nos defender? . - os nazistas eram um turba violenta, eram paus mandados pelos seus chefes e faziam de tudo para nos assustar, até aquele momento. - Jamil, até aquele momento por quê? - Jacob, sim até aquele momento porque o que vinha a seguir éra pior; começaram a nós arrebanhar como se fossemos bois ou vacas para o matadouro; nos empurravam para vagões próprios para gado, e nos levavam para campos de concentração. Lá chegando, éramos separados, os homens e mulheres mais jovens e mais fortes eram selecionados para trabalho escravo, mas mulheres jovens e bonitas eram obrigadas a se prostituir.

Os mais velhos, homens mulheres e até crianças e bebês, eram levados para câmaras de gás, e morriam sufocados. - Jamil, pensou; eu já sabia disso, mas custava acreditar; a Alemanha e os alemães sempre foram considerados os mais civilizados, tinham alta tecnologia em química. Remédios, veja Cafiaspirina da Bayer que usamos até hoje, os Mercedez Benz, considerados os melhores automóveis do mundo, os reis da Arábia Saudita e os príncipes, milionários do petróleo, só usam esses carros, e os presenteiam á suas mulheres e amantes, seus navios e aviões, submarinos, tanques de guerra, armamentos pesados e leves, a estrutura de seus exércitos, soldados bem uniformizados e armados, respeito a hierarquia era uma determinante, seus oficiais, generais e marechais eram os mais eficientes e preparados do mundo. Toda Europa os respeitavam e temiam, os alemães eram considerados superiores em tudo..., espera aí, disse Jacob, você sabia que tudo que faziam era registrado com muita eficiência? . - Jamil, lógico, eficiente como os alemães, só eles mesmos. - Jacob, quando os nazistas matavam, era tudo industrializado, você sabia? - Jamil, faz parte da organização alemã, é o histórico da eficiência alemã. - Jacob, e matar gente inocente, só porque eram judeus, principalmente industrialmente? - me desculpe Jacob, isso eu não posso acreditar, principalmente, vindo da civilizada Alemanha. Jacob, pois é Jamil, eu e minha família também pensávamos isso. Jamil, então meu amigo Jacob, você me dando razão; è o que você pensa meu amigo Jamil, você já ouviu falar do Holocausto? - Jamil, lógico; mas o Presidente do Irã disse que isso é um mito. - Jacob, cansado de ouvir sobre esse "mito", disse; pois é meu amigo Jamil, se acontecesse com seus familiares e amigos enfim com um terço da comunidade árabe, o que você diria;

Nesse instante, uma voz vinda do alto-falante do aeroporto: passageiros, dirijam - se ao pátio para embarque na aeronave com destino ao Brasil e boa viagem. - Jamil e Jacob, subiram a escada, e já instalados nas poltronas, ouviram pelo alto-falante do avião o comandante falar; bom dia meus passageiros, vamos levantar o vôo, temos um céu de brigadeiro, eu e todos tripulantes lhes desejamos uma boa viagem. - durante o vôo, Jamil, ia adormecendo, mas Jacob deu - lhe um cutucão no braço, e perguntou - lhe; vamos continuar nossa conversa sobre o Holocausto. Jamil, mas você amigo Jacob só pensa nisso? - Jacob, pois é eu só penso que você me deve uma resposta. Jamil, meio adormecido...que resposta? - Jamil? Eu lhe perguntei, quando estávamos esperando o avião para embarque ao Brasil, o que você pensaria se os nazistas exterminassem um terço da população árabe? Olhando pela janela via nuvens passando...respondeu; amigo Jacob, eu não consigo acreditar o que eu e minha gente faríamos; talvez depois de terminada a segunda guerra mundial, mandássemos milhares de homens-bombas para Alemanha, que se espalhariam por muitas cidades, se explodiriam em vingança de nossos mortos, seria um pequeno alivio, e nosso ódio pelo que os nazistas fizeram, essa é minha resposta.

Jacob - nós judeus gostamos de viver em paz, nós cumprimentamos com a palavra Shalom, nos alivia de pressões, e temos de volta nossa querida terra de leite e mel que segundo velho testamento, nunca deveria ser "roubada" pelas legiões romanas. Mas nosso deus abriu os "olhos" da ONU, e voltamos à terra querida e principalmente, nossa capital, Jerusalém, nossa jóia, nossa vida...

Depois desse desabafo emocionado, vou escrever sobre "mansses" de Yossale;

Yossale o caixeiro viajante voltou de sua viagem no interior de S. Paulo, para comprar mais mercadorias. Pensou, e resolveu vender sua camionete e comprar uma kombi. No hoteleco em se hospedava, no bairro da luz, havia vários viajantes e vendedores como ele. Almoçava com alguns colegas e no meio da conversa, disse que pretende vender sua camionete por um preço razoável. Um português bigodudo, vendedor de farinha para padarias do interior, se interessou pela camionete, pois seu fusca estava em pedaços, mal cabia uns 12 sacos de farinha. Pediu para falar com o proprietário da camionete; Yossale se apresentou; bom dia meu colega, está interessado na minha camionete? Sim, meu nome é Manuel, (a maioria dos portugueses, gosta desse nome, assim como José ou João, são nomes mais comuns no Brasil> seu nome? - Yossale, pois - pois que nome engraçado? - meu nome pode ser engraçado para o senhor, não para minha gente, disse - lhe Yossale, já meio bravo; Manoel não se intimidou.

Nova pergunta; você disse minha gente? Que gente? - Yossale, bravo; primeiro eu lhe chamei, senhor, e me chama sem mais nem menos você. Que me desculpe disse Manoel, eu só queria saber sua nacionalidade ou religião? Sou judeu com muita honra, e você; a discussão estava cada vez mais acesa, sou português e católico disse Manuel. Me diga alguma coisa Manuel; "senhor ou você", não era mais o horizonte da discussão, mas sim, a caminhonete" queres comprar minha camionete? , quanto acha que ela vale? Manoel coçou o bigode, pensou, os judeus são bons negociantes, mas nós portugueses não ficamos atrás; estou vendo que essa caminhonete é Volkswagen, mas de que ano? 1960, disse-lhe Yossale; puxa os culhones, já está com 49 anos? - sim, disse Yossale, ela é como vinho, quanto mais velha melhor. E porque você vende, se ela é tão boa? - - puxa vida, respondeu Yossale, palavra esquisita essa, culhones? - sim, disse Manoel, são as duas bolas que todo homem carrega até morrer. A, sim; isso eu sei, sou muito macho, mas vamos ao negocio, quanto pagas? - Manoel, pensou, deu o lance, 7000 reais; o que? Disse Yossale, só de rodas com pneus, estepe incluso (aumentou por sua conta, pois estepe e pneu é a mesma coisa) faróis e faroletes, vidros, vale mais do que isso? - Manoel, retrucou, afinal não queres me vender uma caminhonete sem rodas com pneus, e o estepe, faz parte do auto. Yossale pensou, esse cara é osso duro de roer; pois bem, tem razão; se me pagares 15 mil na mão, está feito o negócio. Como manoel, gostou de uma bonequinha vestida de bailarina, pendurada no retrovisor, arrematou, minha proposta final é...13 mil na mão. - para Yossale era bom negocio, "aceitaria até 10 mil, " tentou outra jogada, pegou, pegou, pôs as mãos no rosto, fez uma cena digna de ator de novela; aceito o negocio se acrescentares apenas 1000 reais, é uma pequena diferença que nem vale discutir e lhe pago um almoço regado a vinho português. - Manoel, abriu um sorriso no rosto, "imagine uma caminhonete e mais um almoço com o bom vinho português, por apenas 14 mil reais, "ele que se considerava um entendido em valores de automóveis, pagaria até 15 mil; disse, pago; fechado o negocio, estendeu a mão para Yossale, que já estava disposto aceitar até 10mil reais. "resumo da história" a argúcia e inteligência venceu o preconceito. Um Abraço.

sábado, 18 de julho de 2009

Um sonho que virou realidade

O sonho, eu como patriarca de uma família maravilhosa, minha Teresa, meus filhos meu netos; puxa vida, está faltando o curinga em minha família! - curinga é a peça principal de alguns jogos, não pode faltar! - eis que minha queridíssima neta Luciana, meses atrás, numa manhã maravilhosa, céu de sol e azul turquesa, me telefonou: Vô, estou grávida; eu estava no computador escrevendo minhas crônicas, parei; será o sonho? Esperei ansioso, como futuro bisavô coruja. Meses se passaram e em 30 de junho, recebi de minha nora Raquel um recado muito esperado. Seu Luiz, estamos levando a Luciana para o Albert Einstein: fiquei estático; será dessa vez? - meu sonho virou realidade em primeiro de julho: eu e a Teresa recebemos a notícia tão esperada: vocês são bisavós; um lampejo de alegria assomou em nosso rosto. Teresa, somos bisavós; lagrimas escorreram de nossos olhos. Quis a providência divina, que fossemos "promovidos a bisavôs".

E somos com o nascimento do bisneto Felipe que sete dias depois, ratificou sua entrada no selecionado mundo judaico, ao ser circuncidado e abençoado pelo Moel e um rabino, numa linda festa celebrando sua entrada em nosso mundo.

Felicidade e muita saúde ao Felipe, aos pais, André/Luciana - aos avôs, Sergio/Raquel e aos promovidos a bisavô/bisavó Luiz/Teresa - muitos Naches é pouco? Então repito; muitos Naches + muitos + MUITOS + MUITOS NACHES, todos - lhes desejamos, com amor e carinho até a eternidade...um beijo e abraço fraterno, Amém...

sábado, 11 de julho de 2009

O Universo e a Teoria do Big Bang

A teoria do Big Bang atribuída a astrofísicos e astrônomos, talvez nunca possa ser provada; segundo a teoria há 14 bilhões de anos atrás, houve uma concentração de matéria, formando imensa "bola" que por forças gravitacionais se juntaram com tamanha força e densidade a ponto de explodir espalhando matéria para todos "cantos" do universo infinito formando galáxias, estrelas, pequenas e grandes bolas de pedra, (planetas e seus satélites) asteróides, cometas e por aí vai. De minha parte é uma teoria que nunca será provada. Nós aqui no planeta terra seguimos orientações divinas; crescei e multiplicai - vos até quando? Vivem falando do fim do mundo, do Armaguedon, um numero 66 que define bestas ou o diabo que os carregue!

No Século XVI - França um visionário e estudioso de astrologia, Michele de Nostradamus previu, fatos que aconteceram no Século XX. Guerras e epidemias dizimaram milhões de pessoas; mas a Segunda Guerra Mundial gerou uma tragédia, inadmissível para humanidade. Na Alemanha com a ascensão de um maníaco esquizofrênico Adolf Hitler. Formou o partido nazista; conseguiu adeptos com discursos inflamados, prometendo lhes "o céu e a terra" culpando os judeus pela miséria em que viviam. Mas ele Hitler prometia acabar com essa situação. E acabou mesmo: começou com a Kristalnacht, "noite dos cristais" judeus eram perseguidos, lojas quebradas, uma fúria digna de selvagens não de humanos. Todos os acontecimentos durante a segunda guerra mundial, provocada por Hitler, são demais conhecidos, não vale apena repetir; o extermínio de 6 milhões judeus em escala industrial em campos de concentração, só mentes irracionais dos nazistas poderiam fazê-lo. Queriam exterminar um povo inteiro, conseguiram assassinar um terço, pois na época havia 18 milhões de cidadãos judeus. Hitler prometia aos alemães um Terceiro Reich, que duraria 1. 000, mas seus exércitos derrotados por forças aliadas; quebrou sua cara e sua promessa, durou apenas 6 anos. O partido nazista e partidários, se esconderam covardemente, muitos foram presos e enforcados, mas muitos chefes fugiram em submarinos para um país que os acolheu, Argentina, que tinha planos de conquista de territórios de países vizinhos, caso os nazistas vencessem a guerra. <há planos secretos sobre essa traição> que esperamos serem revelados algum dia.

Voltando ao assunto de minha crônica, sobre predição de fim de mundo; á muitas de visionários e falsos profetas; como de costume, falharam em suas previsões. Mas o astrólogo Nostradamus, cujas profecias se realizaram em parte, falava sobre o anticristo e nomeava certo "Hister", acertou o numero de letras e errou numa - s - que trocada pela letra - l - apareceu o anticristo Hitler e a conseqüência de sua existência e planos, se tornaram visíveis de uma forma horrível o Holocausto, uma mancha que se tornará indelével aos alemães até a eternidade. Mas o fim do mundo está aí, segundo Nostradamus, e com data marcada;

21 de dezembro de 2012, mas como todas as previsões, essa data passará, comemorarão o Natal e Ano Novo, assim como o judaísmo comemorará o Pessach - o Rosh Hashana e Yom Kippur o dia do perdão para nós e toda humanidade, Amém.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Os primos Jacob e Jamil

Havia em Jerusalém, durante a segunda guerra mundial 1939 - 1945 duas pessoas que viviam negociando e discutindo.

O judeu Jacó e seu primo Jamil; eram primos por afinidade, pois eram semitas. Jacob tinha uma pequena loja de tecidos e roupas.

Jamil tinha camelos que negociava com os beduínos, mas tinha também muitas ovelhas que eram vendidas para abate; os árabes principalmente gostam muito de carne de ovelha, judeus, nem tanto. Para abater as ovelhas, tiravam a lã, que era negociada e vendida principalmente para Jamil, era base do trato e do negocio; - Jamil, tinha funcionários para manusear a lã, e fios enrolados devidamente eram levados ao tear, produzindo tecidos de lã, que eram comprados por Jacob, após muita negociação. Discussões sempre havia, mas não deviam por a mãe de ambos no meio pois isso é muito feio. - pondo a mãe de ambos de lado afinal era realizado o negócio. Jacob astuto como bom negociador, ganhava sempre, pois era o único negociante que pagava à vista, como pedia Jamil. Assim "caminhava a humanidade" naquela pequena cidade, sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos. Jamil não se conformava: vender a lã para um judeu? - não havia jeito, pois o jeito era negociar com pessoas e não religiões; Jacob o judeu lhe pagava á vista, os beduínos compravam camelos, e comiam a carne de ovelha devidamente preparada pela mulher de Jamil, cujo nome, Fátima, - presumia Jamil, era o nome da filha do profeta Maomé, assim lhe diziam, e ficava orgulhoso.

Dias, semanas e meses se passavam. A guerra não terminava, Romell chegou com seus exércitos às portas do Egito, mas foi derrotado por tropas britânicas comandadas pelo general Montgomery, que empurrou - as de volta para o norte da áfrica. Romell pediu socorro a Hitler e foi atendido, voltaram para França ocupada. - Jamil estava preocupado, afinal Jacob era seu freguês e amigo, se os nazistas chegassem a Jerusalém, Jacob e sua família seriam presos, quem sabe mandados a campos de concentração e assassinados. Jamil podia negociar e discutir com Jacob, afinal fazia parte do jogo, ambos eram bons comerciantes.

Mas matar, não lhe passava pela cabeça, eram primos e o alcorão não permite violência e sim veneração ao profeta. - com a retirada dos exércitos nazistas, Jamil e Jacob fizeram um pacto; vamos agora como de costume negociar, um pouco prá cá um pouco prá, cada um ganha o seu. Finda a guerra com a derrota dos nazistas, Jamil foi a casa de Jacob, se cumprimentaram se abraçaram, tomaram um chá pela paz. - aí surgiu uma questão; o mandato britânico sobre a chamada Palestina tinha terminado. Retiraram seus exércitos em 1947 após a resolução da ONU pela partilha, em dois estados; estava confirmada a existência de Israel como estado independente e soberano. Estado palestino? - não, representantes árabes se retiraram em protesto, quiseram todo território e ficaram sem nada. Mas a paz selada por Jamil e Jacob, estava confirmada, não por votos, mas sim por um simples aperto de mão.