domingo, 10 de maio de 2009

Um mistério talvez revelado

Sobre o machão presidente do Paraguai, Bispo Lugo, suas mulheres o adoram; será pelos filhos que tiveram com ele, ou algo mais? Deve ser um homem bem dotado. Será que suas mulheres só pensam nisso? - mas o presidente Lugo veio ao Brasil para revisão do tratado de Itaipu e ter mais dinheiro da energia da binacional. Lugo diz uma coisa, lula responde outra. Ninguém se entende; o Brasil paga o preço justo (afinal a usina de Itaipu foi construída totalmente com nossos recursos) e lugo tenta ser machão com a potência da região. Ninguém se entende.

O fiasco com o Paraguai foi na sequência do cancelamento em cima da hora da vinda do controvertido presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que enfrenta problemas internos pela disputa da reeleição no dia 12 de junho, além dos externos por querer "varrer Israel do mapa" e brincar com foguetes vetados pelo conselho de segurança da ONU. Ambos os fiascos tiveram como pano de fundo o (inexplicável para nós os leigos...) o apoio a um egípcio acusado de racismo para direção geral da UNESCO. Ocorre que dois brasileiros concorriam: o pesquisador Márcio Barbosa e o senador Cristovam Buarque. Bem, em minha opinião, com todos os créditos ao Márcio Barbosa, uma pessoa bem preparada para o cargo, seu adversário o senador Cristovam Buarque foi reitor de faculdade de direito em Brasília, deu aulas em outras faculdades, cultura invejável. "alô presidente Lula" cultura e preparo são indispensáveis a quem disputa o mais alto cargo da união.

Voltando a outro assunto: não consigo entender a expressão de surpresa do Ministro de Relações Exteriores Celso Amorim sobre o cancelamento da vinda ao Brasil de Mahmoud Ahmadinejad. A presença dele é tão importante? Por quê? Será que o governo iraniano contribui para nosso desenvolvimento? O Brasil não aceita intervenção em nossos assuntos internos.

Temos muitos problemas a resolver: escândalos e mais escândalos formam uma cascata. Parece uma confraria de políticos que, usando de seus mandatos como senadores e deputados, usam o dinheiro público - verbas indenizatórias - não para indenizar, mas para passear com parentes e amigos para o exterior. Paris é o destino mais procurado: quem sabe olhando para a Torre Eiffel, eles pensam em grandes projetos a serem apresentados na Câmara e no Senado. É uma piada...

O Senador Cristovam Buarque está farto: esses escândalos abalam a credibilidade do Senado. Falando na tribuna do Senado foi claro: temos que acabar com esses escândalos; já tenho uma lista de parlamentares que serão chamados para depor na CPI. Doa a quem doer, vou até o fim. Se essas pessoas não forem convincentes, perderão seus mandatos. Os senadores que vestiram a carapuça, ao deitarem para dormir, não terão sonhos mas pesadelos. Nós, contribuintes aguardamos.

sábado, 9 de maio de 2009

Inimigo Inútil

Um artigo escrito na Folha, Adrian Hamilton, do "Independent" comenta - se as vezes que, se o presidente do Irã, ("cito apenas iniciais" M. A. - meu humor altera quando preciso escrever seu nome) - não existisse, os israelenses teriam que inventá-lo. Que prova melhor é preciso da ameaça grave que o país enfrenta, do que um "homem" que afirma, que o Estado de Israel deveria ser extirpado do mapa. Se a mãe de tal indivíduo o abortasse antes de nascer, Israel e países que respeitam direitos humanos seguiriam bem seus destinos, principalmente demonstrando à humanidade que a democracia é o melhor regime, já que não apareceu até hoje outro melhor.

Manchete na Folha de São Paulo: Israel substitui Saddam por Ahmanidejad como inimigo útil - convém a Netanyahu retratar o Irã como grande perigo á existência israelense, mas incluí-lo no pacote da questão Palestina só atrapalharia as duas soluções.

Por quê? Se Obama e o ocidente quiserem dialogar com o Irã, terão que fazê-lo nos termos ditados pelo oponente - Irã. Complicar a questão, levando em conta as exigências de Israel será contraproducente. É como uma rota de colisão, entre EUA e Israel. Netanyahu recuou de uma solução de um conceito de dois estados e não sinaliza mudança de rumo na expansão de assentamentos ou de outras questões controversas.

Na votação na ONU em 1947 - a resolução 147 foi aprovada pela maioria absoluta dos países nela inscritos; a partilha da Palestina, aceita pelos representantes israelenses, foi recusada por representantes árabes que se retiraram em protesto. Da partilha resultou a existência de Israel como estado independente e soberano. Muitas batalhas e guerras, vencidas pelo Exércitos de Defesa de Israel, definiram a soberania e existência do país; judeus não foram jogados ao mar; ficaram onde se encontram até agora. Os palestinos não tiveram naquela ocasião seu tão sonhado estado por ignorância dos próprios árabes; torno a repetir: queriam todo território e ficaram sem nada.

Teimo em tentar explicar, o titulo de meu livro. “A formiga e o Elefante”: numa comparação, Israel devido seu pequeno território é a Formiga, frente aos imensos territórios árabes - o Elefante; a explosão demográfica é o principal inimigo de Israel.

Por quê? As mulheres árabes são mais prolíficas em gestar filhos; mulheres israelenses de um modo geral, servem ao exercito. Filhos quanto muito um ou dois.

Os ortodoxos judeus se encarregam de completar a população, após as habituais rezas. Não fazem mais do que isso. A eles aplica-se o aforisma <enquanto muitos trabalham eles rezam> apenas esperando o messias. O israelense laico, trabalha produz, tem mais qualidade de vida. Vamos ficar por aí; um dito popular muito divulgado diz: religião e futebol não se discute; depois da escuridão vem a luz. Como a luz vem do sol, lua cheia ou lampadas, é como discutir o fim do infinito. Alguém sabe? É como uma equação universal, que jamais será resolvida.

Guardadas imensuráveis proporções é como o problema israelo/palestino - posso dar um conselho? Caso aceito é uma “missão impossível" mas tento: palestinos, vocês são um povo educado inteligente, mais alfabetizados mais preparados do a maior parte de seus irmãos árabes, vivendo em imensos territórios: trabalhando em conjunto com eles ao invés de contra Israel, todos teriam muito mais a ganhar; após os dólares provindos da exportação de petróleo, que é finito, teriam médicos, engenheiros, professores agricultores. Produzindo na sua área de atuação, produtos agropecuários para abastecer a população, cujo excedente poderia ser exportado, gerando lucros, construir escolas, hospitais, estradas, uma qualidade de vida melhor. Vejam bem, orações fazem bem ao espírito a alma; mas o trabalho dignifica o gênero humano, a democracia e direitos humanos, preservam a liberdade de viver harmoniosamente com outros povos, raças etnias e religiões.

Pessoas pessimistas acham que estou sonhando, que tal experimentar? Vivermos civilizadamente não é sonho; que o digam países democráticos, em cuja constituição, consta: direitos humanos é direito adquirido, que pode ser aplicado ate á animais irracionais (caso dos ditadores, aí sim, tem a obrigação de provarem serem humanos) (acho difícil) mas na porrada, quem sabe.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sobre o vírus da ditadura

Repetindo Churchill; a democracia pode não ser o regime perfeito; mas não existe melhor.

Estão de acordo? - tudo bem: ditaduras e o que elas representam, são o que há de pior, sabemos. Costumeiramente, aparecem após golpes; daí os ditadores. O mais alto, Idi Amin Dada, corpulento, ostentando farda imponente, recheada de medalhas, uma delas, por serviços prestados ao Exercito Britanico, talvez mereceu; as outras, aproximadamente 30 "medalhas" se auto concedeu. Protagonizou um episódio infame, apoiando terroristas, vindos numa aeronave da Air France, sequestrada com 120 passageiros, autorizando o pouso no Aeroporto de Entebe. Os terroristas levaram os passageiros e tripulantes ao saguão, separando passageiros de origem judaica para um dos lados do aeroporto, a fim de negociar a troca, por terroristas presos em Israel. Idi Amin Dada assumiu a negociação; como Israel não negocia com terroristas: o comando do exercito foi autorizado por membros Knesset, a montar um comando especializado em operações de resgate; feita logística e intenso treino; partiram em grandes aviões de carga com armamento adequado - um deles com espaço para abrigar entorno de 200 pessoas. Resultado: chegando a Entebe, - liquidaram com os terroristas, metralhando guardas; resgataram todos reféns, levando-os de volta a Israel. Foram recebidos com aplausos. A tripulação e passageiros foram levadas á França, desceram no aeroporto Charles de Gaule aliviadas; restante partiu para São Paulo - Brasil. Faltou uma passageira que, estava internada num hospital de Uganda, mas o ditador Amin sentindo-se derrotado, mandou estrangular a Sra. Bloch, cidadã brasileira de etnia judaica. - o tirano Idi Amin, covardemente se vingou; o Estado de Israel, mostrou ao mundo, como a democracia é exercida. "negociar com terroristas é apoiá-los"; exterminá-los é obrigação. É difícil, sabemos; mas temos que começar.

Esse é um aviso ao presidente eleito do Irã Mahmoud Ahmadinejad - um ditador enrustido, apesar das evidentes provas, diz, o Holocausto é um mito - mas ele não será mito, mas um "mártir" se sumir, livrando de sua presença a humanidade, países que fazem da democracia e direitos humanos, seu modo de viver!

Mas o <vírus> Idi Amin Dada; começou com os principais ditadores; o principal e virulento assassino nazista Adolf Hitler deu um exemplo dessa loucura: como exterminar industrialmente milhões de civis - Joseph Stalin, fez a parte dele, mandou assassinar milhões de "mujiks" trabalhadores rurais, que eram mantidos como escravos para trabalhar em obras grandiosas; como: canalizar rios que atravessavam Moscou - grandes edifícios - o luxuoso metrô - estradas e ferrovias, dentre elas a transiberiana, atravessando a Sibéria, que ligava Moscou á Vladivostok - a maior do mundo em extensão. Só na construção dessa ferrovia, milhões de trabalhadores exaustos morreram de frio e fome...

Sadam Hussein, ditador cruel, fez com que pessoas de sua própria família fossem assassinadas. Um genro que fugiu para Jordânia junto com sua esposa (sua filha) foi convidado a voltar: ele, Sadam, o tinha perdoado pela fuga após a primeira Guerra do Golfo, quando temeu ser executado pelo sogro. Sadam prometeu dar-lhe 20 milhões de dolares, quando chegasse ao Iraque; mas, lá chegando foi assassinado, apesar do apelo de sua filha implorando clemência. Tem mais; Sadam e seus dois filhos, executaram opositores, principalmente, xiitas, que não eram sunitas. Curdos que viviam na fronteira norte, e parte na Turquia, lutavam pela sua autonomia. Milhares deles foram exterminados. Um primo de Sadam, Ali-Químico, tinha prazer de exterminar curdos a gás. Os executores foram executados na forca depois da Segunda Guerra do Golfo.

Ditadores ou morrem de doença (Stalin, derrame cerebral), suicídio (Hitler, que pediu que seu corpo fosse queimado), e outros tantos, fuzilados.

Getúlio Vargas suicidou-se após escândalos (que ele próprio, chamou de “mar de lama”).

Mahmoud Ahmadinejad, presidente eleito do Irã - apesar de nanico; é grande candidato á ditador. Tem fortes posições anti-semitas - "temos que tirar Israel do mapa" são suas palavras. Apesar de todas as evidencias; diz que o Holocausto é um mito.

Penso que grande parte do povo iraniano, que não votou nele, e milhões de pessoas mundo afora; não têm simpatia por você: repito em nome dos direitos humanos; desapareça.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O exemplo de Obama

Atentai srs. políticos; e ao primeiro funcionário da Republica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deixe a preguiça de lado e leia o que abaixo escrevo lendo a Folha de S. Paulo - Caderno Cotidiano - Folha Corrida; uma foto despertou minha atenção: Barack Obama e o vice-presidente Joe Biden são servidos em lanchonete em Arlington, na Virginia, onde entraram na fila para pagar, atrás de outros clientes. O hambúrguer custou US$ 6,95. - Esta foto deverá espalhar-se mundo afora; um presidente dos EUA, dando uma lição de moral, cidadania e humildade a todos cidadãos, sejam ou não políticos. Os Estados Unidos da América têm um presidente que atua, seu 44o. presidente. O dialogo é sua política, através da qual negocia com países envolvidos em problemas principalmente geopolíticos, - tentando resolve-los. Me sentiria muito honrado se, Barack Obama me aceitasse como um amigo fraterno - é uma personalidade impar, a dar exemplo; de como se governa. Se todos países democráticos, Brasil no meio, seguissem, seu exemplo; viveríamos melhor, menos violência - menos escândalos, menos picaretagem.

Ontem assistindo a TV senado - o senador Cristovam Buarque, em seu pronunciamento na tribuna, olhando o plenário perguntou: há dois meses meu colega senador Jarbas Vasconcelos, nesta tribuna, acusou membros de seu partido PMDB de corrupção. A câmara focou alguns senadores cochichando entre si, sentiam - se incomodados pela denuncia, será que estavam vestindo a carapuça? - como ninguém respondeu seja desaprovando a denuncia, respondeu: tenho comigo uma lista de parlamentares que serão convocados á uma CPI - a se defender das acusações; corrupção, uso de dinheiro publico entre outros atos ilícitos.

Caso não tenham como se defender das acusações, serão convidados a desistirem de seu cargo no senado; caso contrário; terão seus mandatos cassados. Esse desabafo do senador Cristovam Buarque, deveria repercutir na Câmara.

O Presidente Lula, disse uma vez: na câmara tem 300 picaretas. A confirmar. Um abraço.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Adiado para nunca mais!

No dia 3, em meu blog, usei uma palavra muito usada pela comunidade árabe; sobre algo acontecido; seja bom, ruim ou uma praga; "Maktub" (estava escrito). Felizmente a minha sugestão ou talvez de outros, aconteceu: a desistência de Mahmoud Ahmadinejad, de visitar o Brasil, a convite de alguns membros do governo. Não foi dada nenhuma explicação sobre a decisão que o Brasil e o Irã, chamam de "adiamento" para uma data posterior as eleição presidencial iranianas em 12 de junho, na qual o linha-dura Ahmadinejad tentará se manter no cargo. Segundo iranianos, novos desdobramentos na corrida para eleições em junho impossibilitam mandatário deixar o Irã.

Questões internas? - outro motivo de preocupação para o presidente é um atrito com o homem mais poderoso do Irã, o líder supremo religioso Ali Khamenei que até então vinha sinalizando apoio a candidatura Ahmadinejad. <A razão> Ontem, o Aiatolá repreendeu publicamente o presidente pela decisão de demitir Mostafa Khaksar Qahroudi, chefe da organização para peregrinação a Meca, órgão chamado de Haji.

A organização do Haji está sob comando de Khamenei, que reverteu imediatamente a demissão de Qahroudi. Mahmoud Ahmadinejad lhe dou um conselho; saia humildemente em direção ao imenso deserto do Irã, em lá chegando, sente, cruze as pernas abra as mãos, olhe para o céu, faça uma oração a Alah e... suma.

Uma observação ao leitor “virtual”: minhas crônicas são baseadas em fatos, vistos na mídia. Sou assinante da Folha de S. Paulo á varios anos; não me arrependo! (Presidente Lula), eu não tenho preguiça de ler; adoro ler, e leio a Folha durante o café da manhã - risco partes de colunas ou de colunistas, que pretendo comentar.

Criticando ou apoiando: devo confessar: apóio mais. Critico muito pouco.

Comecei minha crônica com o título <A Formiga e o Elefante> a formiga: o minúsculo território de Israel em comparação aos imensos territórios de países árabes da região; o elefante; onde acontecimentos geopolíticos, sempre se defrontam.

Não é preciso repetir, o que já escrevi sobre tal situação; já divulguei e muito, no começo do meu livro, a que meu neto Ricardo, intitulou: “O Livro do Vovô”. Um abraço aos meus queridos sete netos e aos meus <virtuais leitores>.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

As minorias unidas

09123148Em foco: Repúdio ao presidente do Irã une evangélicos, judeus e homossexuais

Em São Paulo e Rio de Janeiro. A visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, a Brasília nesta quarta foi alvo de manifestações simultâneas, ontem.

Segundo organizadores, cada uma reuniu cerca de 1.000 pessoas - entre membros da comunidade Judaica e da fé Bahai (perseguida no Irã), evangélicos, homossexuais e grupo de defesa dos direitos humanos e das mulheres.

"Não podemos permitir que Ahmadinejad, que manifestou o desejo de varrer Israel do mapa e negou o Holocausto, seja recebido com honrarias em nosso país", disse Claudio Lottenberg, Presidente da Confederação Israelita do BRASIL (CONIB), entidade que, como a Folha de S. Paulo havia adiantado, enviou carta de repúdio à visita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No Rio de Janeiro, manifestantes protestavam mostrando cartazes, bem como caricaturas de Ahmadinejad junto a suásticas nazistas. "O governo brasileiro deveria se posicionar contra posturas e práticas do presidente do Irã, disse Bruno Bondarovski, diretor da ONG judaica Hillel, do Rio.

domingo, 3 de maio de 2009

Ahmadinejad: Suma!

Sobre a visita á convite, do presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad: Suma! - Maktub - "estava escrito" - o Brasil, não deseja não precisa sua presença! Que o destino cumpra.

Maktub, ou “Estava escrito”, é uma palavra de origem árabe, muito conhecida; falada quando acontece uma calamidade. No seu caso; não é calamidade, é um acontecimento que será aplaudido, mundo afora, pelos países civilizados, que respeitem os direitos humanos, caso seu sumiço seja confirmado pelos iranianos. "Hasta la Vista" e um abraço.