quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sobre os aviões

Ó Pátria amada salve, salve. Lula, filho dileto não fuja a luta:
Temos que defender nossa soberania, a Amazônia e seu bioma fantástico, antes que um inimigo dela se aproveite ao invadi-la. - Temos que defender nossas fronteiras - espaço aéreo - nosso Oceano até 200 milhas náuticas, e para isso temos obrigação de gastar perto de 30 bilhões de euros, moeda corrente na União Européia da qual faz parte a França. - Mas vamos dar um tempo, que precioso é; - primeiro vamos pensar em dar educação e saúde a nossa população tão carente.

Vamos protegê-la dando segurança contra a violência; - Calçar nossas vias e estradas tão esburacadas, sistemas de esgotos que sejam bem tratados, antes que seja jogados ao mar e nossos rios tão poluídos. Vamos enxugar gastos do Planalto em torno de 1 bilhão de reais por mês. Senado e Câmara Federal, têm que dar exemplo: Como? - Enxugar recursos para pagar funcionários que só marcam ponto quando recebem seus salários; funcionários de Gabinete de senadores e deputados federais, principalmente, que são muitos, pois compadrio com senadores e deputados, os obriga a "trabalhar" - mas como é muito cansativo, aparecem, vez enquanto, olham as câmara como os servidores de cafezinho, o Zezinho é muito citado pelo senador Mão Santa, e outros senadores, - talvez, ele Zezinho, lhes sirvam um café tipo exportação, que a nós mortais nunca saboreamos. A Folha de hoje, sita o senador Epitácio Cafeteira, que tem entre seus funcionários de gabinete, mais um indicado pelo presidente do Senado José Sarney, são amigos de peito, portanto...aceita esse "oficio" - tem mais, mas o espaço desta crônica, não permite; tem fatos mais graves a relatar; A colunista da Folha, - Eliane Catanhêde, em sua coluna, cujo titulo: Papel de Trouxas - escreve:

"A norte-americana Boeing e a sueca Saab gastaram milhões e dólares para disputar a seleção de renovação da frota da FAB. - E eis que de repente, não mais que de repente, Lula vai comer uma moqueca com Sarkozy e ambos anunciam ao mundo a escolha dos Rafale, da francesa Dassault. "Deixando de lado a seqüência do artigo, com muitos comentários indagativos, se, e tal...Termina: OK, Há muito mais do que vã filosofia, questões técnicas e até mesmo preços por traz da preferência do Brasil pelos aviões franceses - ou melhor, pelos franceses. Mas não precisava esculhambar. Bastava seguir os "tramites normais", deixar a FAB concluir o seu trabalho, pressionar por melhores preços e juros e anunciar o negócio com a França com profissionalismo e compostura para conferir ar de seriedade ao país e evitar questionamentos, até jurídicos, depois".

"Missão monetária impossível; Mas possível, seria; "gastar" aqui no Brasil que melhoraria a vida de todos brasileiros, - aposentados e pensionistas, que o Planalto considera, descartáveis, e não em negocio da China; Perdão da França! - A propósito; e o pré-sal?- bilhões de barris de petróleo, uma jazida imensa, 800 quilômetros quadrados - e marco regulatório que exige investimento de 30 bilhões de reais, em tecnologia em mares profundos, cerca de 7000 metros abaixo, caso as sondas cheguem á essa profundidade e extrair "esse ouro negro" daqui a uns 20 ou 30 anos, que não será mais necessário; - "Um "dinossauro", para ser mostrado em museus ou zoológicos, como curiosidade, já que teremos energia limpa, - eólica - grandes telas que captem a luz solar, eletricidade das usinas nucleares, energia limpa, que reduza o gás carbônico, que interfere no clima do planeta, causando, desastres ecológicos e - aquecimento global - temos que reverter essa situação, ou não sobreviveremos num planeta árido, um deserto, sem água potável, - como Marte por exemplo...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

09/09/09

Vejam esses três de hoje (09/09/09): 9 vezes 3= 27 + 4= 31. Vamos pensar em 31 bilhões de reais que é o preço que o Brasil terá que pagar a França, para fechar a venda de 36 aviões de combate, a fabricação de 50 helicópteros de transporte e parceria na construção de uma base naval, um estaleiro e cinco submarinos, um deles nuclear, pelo módico preço de (repito) R$31 bilhões. Para realçar seu papel "sério" na parceria, o Brasil não precisará ficar pelado em cena. De tanga talvez.

Essa configuração acima; a data de hoje, vezes 3 mais 4 igual a 31, um negocio para pensar. É um pacote de armamentos mais tecnologia, que estará ultrapassado, na entrega, dentre de alguns anos. Mas nosso presidente Lula, assessorado, pelo ministro da defesa Nelson Jobim e seu ministro Exterior Celso Amorim, seriam tão ingênuos? - Um tópico da coluna de Ruy Castro, que não é ingênuo, mas realista, escreve: Em 1959, os franceses fizeram um filme, "Babette Vai a Guerra", em que Brigitte Bardot vive uma jovem camareira de bordel, contratada pelos Aliados para se fazer passar pela ex-amante de um general alemão na França ocupada. Um agente da Gestapo descobre sua identidade, mas não a impede de continuar espionando o general que eles suspeitam integrar um complô contra Hitler.

(Na realidade esse complô existiu, nome: Operação Walkiria, onde um coronel prussiano, Von Faulkenberg, combinou com vários colegas de alta patente, inclusive generais, eliminar Hitler, em junho de 1944, quando a guerra estava praticamente perdida, sendo inutil continuar, perdendo muitos soldados e a destruição da Alemanha pelos bombardeio Aliados. Foi uma operação fracassada; Num bunker blindado com cimento e aço, e bem protegido, Von Faulkenberg, chegou sobraçando uma pasta pesada, onde dizia aos soldados que o inqueriam, que eram papeis sobre a situação dos exercitos alemães, em relação aos exercitos russos que estavam atacando, fazendo os alemães retroceder, e tinha uma proposta de defesa muito importante a dar a Hitler.Entrando no bunker, foi se apresentar a Hitler, mas não fez o gesto nem gritou "heil Hitler", como era comum entre os nazistas. Hitler, percebendo, a falta, olhou firme para o coronel, que friamente o encarou. Mas Hitler estava tenso, olhou para mesa onde estava o mapa, com a posição dos exércitos nazistas frente aos exércitos russos, viu que sua posição era difícil, resolveu ver o que lhe apresentava o coronel Von Faulkenberg. Com a desculpa que deixara algo importante no carro que o trouxe, Faulkenberg, pediu licença e saiu depois de por a mala com explosivos potentes embaixo da mesa perto de Hitler. Uma explosão violenta destruiu o bunker; o coronel olhando para traz, viu oficiais correndo, e alguns carregando uma maca com um corpo protegido por um lençol, que evidentemente era de Hitler. A operação fracassou porque Hitler sobreviveu. Seu ódio foi às alturas. Pediu investigação imediata, para descobrir os traidores. A Gestapo comandada por Himler, tomou a si essa determinação. Oficiais da alta cúpula do exercito, que não comungava com "projetos nazistas" foram descobertos e detidos. inclusive generais; foram executados pela Gestapo, por ordem de Hitler, que os chamou de traidores. È um fato muito conhecido, da história da Segunda Guerra Mundial, e filmes sobre esse episódio.)

A Folha de São Paulo de 8 deste mês, - pg.a13 - uma manchete tenta "explicar o inexplicável" - A Alemanha perdoa hoje "traidores do nazismo" - Traidores? - São seres humanos, que não compactuavam com horrores da guerra, principalmente assassinatos - extermínio de civis. Era o inicio de 1944, e a deserção das forças armadas de Hitler, que já estavam perdendo a guerra, era rapidamente punida.

O austríaco Johann Lukaschitz tinha 24 anos quando a guilhotina cortou-lhe o pescoço. Antes passara semanas com pés e mãos acorrentados, o que lhe rendera uma inflamação nas articulações e o levara a enfermaria, em dias descritos por seu visinhos de cama, como "contemplativos" O crime que levou Lukaschitz á guilhotina, num episódio narrado ao semanário "Der Spiguel" por seu companheiro de enfermaria foi oi mesmo pelo qual 30 mil soldados foram condenados - dos quais estima-se que mais de 20 mil tenham sido mortos.

Existe um velho conto que virou piada, sobre hierarquia nas forças armadas da Europa, principalmente na Alemanha Nazista; Um coronel nazista convidado para vir ao Brasil, em tempos que o ditador Getulio Vargas, tinha simpatia pelo nazi-facismo, foi levado ao nordeste para mostrar a militares brasileiros chefiados por um coronel, como as forças armadas alemãs, tinham férrea hierarquia, sobre seus soldados. O coronel nazista chamou um de seus assessores militares a se aproximar de um abismo; ato continuo mandou-o se atirar; O militar bateu continência, gritou heil Hitler e se atirou. - Sorridente, olhando para o coronel brasileiro espantado com a férrea obediência do nazista, experimentou fazer o mesmo com um simples soldado nordestino, sem patente nenhuma, para mostrar a hierarquia em nosso exercito; Como era costume em nossas forças terrestres chamar os soldados, ordinário marche.

(a proposito; em 1940, quando estava no Tiro de Guerra, me preparando para fazer parte das forças expedicionárias brasileiras, como voluntario, o sargento Nogueira, gritava com empenho; ordinário marche; eu olhava enviesado para o sargento e o interpelava, sargento Nogueira, não sou ordinário, sou de boa família e estou terminando o curso ginasial, estou ofendido; Cala a boca dizia o sargento, aqui, é treinamento militar, não é ginásio. Pelo meu temperamento briguento, saí do pelotão para enfrentar o sargento. Pra que? - fui preso, e suspenso por 30 dias. Durante esse dias "preso" tive que ouvir que no exercito, essa expressão - ordinário, não era para ofender, e sim porque eu ainda não tinhas divisas que me protegessem. Mal comparando é como os parlamentares brasileiros, tem sua própria "justiça")

Mas voltando ao coronel brasileiro, - chamando o soldado para aproximar do abismo; ele olhou feio e disse: “cê é besta coronel...” e foi embora dando de ombros, deixando o nazista bestificado, e o brasileiro espantado, afinal aquí é Brasil!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Devaneios de Iossale, o caixeiro viajante!

Depois de abastecer sua Kombi na 25 de Março com mercadorias de "alta qualidade", pensou sobre algo que tinha visto numa loja; uma bolsa vistosa, talvez "importada do Paraguai ou da China" - cujo valor 8,00 lhe chamou a atenção; Esta tipo de bolsa, já tinha visto numa vitrine em loja de grife, na rua Gabriel Monteiro da Silva por 585,00. - Deu ré, e voltou para loja, olhou a bolsa, e perguntou ao vendedor de olhos amendoados que devia ser chinês, se o preço era aquele mesmo. Sim disse o vendedor, só no atacado; - Depende, disse Iossale, o que é para você atacado. Mínimo de dez dúzias disse o vendedor. Iossale pensou e disse: se eu comprar 20 dúzias, você reduz o preço? - Espere um pouco disse o vendedor, vou perguntar ao meu pai. (orientais em geral, trabalham em família), voltou e disse, podemos dar 3% de desconto.- Iossale propôs pagar 5%; Os orientais, tem concepção própria de negociar; dão um preço já acrescido com 3%, e desse desconto não arredam pé.- Iossale já sabia disso, mas ele queria comprar as bolsas e revender em lugarejos ou pequenos povoados. Mandou empacotar as bolsas, pagou e partiu. Um amigo em viagem de ferias foi parar num povoado chamado Águas Claras, e indicou esse local para Iossale, que era o destino de sua viagem. Horas depois de enfrentar estradas vicinais de terra chegou a Águas Claras. O calor era escaldante, Iossale, suava por todos poros, precisava de um banho, para isso procurou uma pousada onde se hospedou. - De banho tomado, vestindo sua habitual camisa esporte xadrez, foi jantar. Perguntou ao dono da pousada, o Zé Silva,- "incrível esse nome e sobre- nome" era encontrado em quase todos lugares que ia a negócios; Seu Zé, porque esse lugar é chamado de Águas Claras? - O Zé perguntou-lhe o nome, mas de outra forma; qual a sua graça? - Iossale que não estava acostumado com essa expressão disse; Não tenho graça nenhuma, só quero saber o porquê do nome deste lugar, Águas Claras. Seu Zé homem simples, disse; seu nome, por favor; Ah sim, desculpe, estou sem graça, meu nome... pode me chamar de Zé. - O senhor está vendo uma montanha lá no fim do horizonte, mais abaixo tem uma abertura entre pedras onde escorre um fiozinho de água, e desce avolumando com mais água que escorre para baixo, são águas claras que passam a 200 metros de minha pousada, são límpidas cristalinas, é a mesma que eu ponho na jarra da mesa e que o senhor já tomou e é nome de minha pousada deste vilarejo. Obrigado, já matei minha curiosidade; tem como ir aquele lugar e ver a fonte dessa água? - Tem sim senhor, a picada para chegar lá não é essas coisas, é muito ruim, só com um jeep com tração nas quatro rodas. Iossale, e como você chegou lá, você tem esse jeep?(já começaram a se tratar como velhos conhecidos, empregando o você ao em vez de senhor) Sim eu tenho; o Sr. Jamil, gosta muito desse lugar, deixa seu filho na loja da Rua dos Turcos em S.Paulo e vem passar uns dias aquí, na minha pousada, falando nisso ele está para chegar amanhã. Iossale, estranho esse nome de rua e perguntou;
Zé, essa rua que voce chama dos Turcos, não é rua 25 de Março? - È isso mesmo, essa loja fica quase encostada numa loja de chineses, que vendem bolsas, minha mulher ganhou uma do Sr. Jamil. - Iossale, franzindo a testa; foi presente? Foi presente sim, depois que ele vendeu o seu Jeep tração quatro rodas para mim, e uso para levar meus fregueses a passeio, principalmente ver a fonte de onde vem essas Águas Claras. Zé, eu sou muito curioso; posso ver essa bolsa? Sim, vou pedir a minha mulher; - Nininha, esse moço, quer ver a bolsa que você ganhou do Snr. Jamil, lembra? - então traga aquí. - Iossale ao ver a bolsa teve um chilique, quase desmaiou, era a mesma que ele tinha comprado as dúzias por 8.00 a unidade, com desconto de 3%, para vender em Águas Claras, as mulheres de fazendeiros da região por 500 reais em suaves prestações, e pior, ele conhecia o turco; vizinho que era da loja de bolsas do chinês. - Iossale pediu a conta ao Zé, que intrigado perguntou? - Você me disse que veio para cá para descansar por alguns dias, e já vai embora porque? - não gostou da minha pousada? – Gostar, gostei... mas lembrei que preciso estar amanhã num vilarejo chamado Vem que te quero, onde tem uma benzedeira que cura todo tipo de doença. Zé, você está doente, temos aqui perto uma benzedeira que cura até bicho do pé, vamos lá? Obrigado meu amigo Zé, eu não tenho bicho no pé, o que tenho mesmo uma cabeça de burro que atrapalha meus negócios. E ela é boa para limpar essa cabeça. Tchau Zé...

sábado, 5 de setembro de 2009

A Síndica

Era uma vez uma mulher, que "pensava" ser a próxima presidente da Republica!

O leitor da Folha Lauro Caversan (Curitiba-PR) deixou sua opinião, no Painel do Leitor da Folha, escreve: "Essa bispa que participa da oração pela eleição de Dilma Rousseff (Primeira Página, ontem) é a mesma que ficou hospedada em uma cela policial dos Estados Unidos recentemente?

Se for, devemos perguntar: Quem está mal acompanhado? - E mais; isso é uma recomendação para quem aspira "ser presidente de um país".

A ministra Dilma, deve pensar com seus botões; Se o presidente Lula, um nordestino semi-analfabeto, vindo em pau de arara para S.Paulo, tempos depois, fez um curso para torneiro mecânico no Senai, passou com méritos, tornou-se metalúrgico, e mais tarde líder sindical. Fazia discursos inflamados contra a burguesia, empresários (Obs: seriam os empresários que lhes oferecem empregos? - ou Extra-Terrestres?) Deixando esse pensamento de lado; - sigo meu raciocínio; numa eleição, diplomou-se, deputado federal; - no plenário da Câmara, observou seus colegas; faziam suas combinações, para aprovarem algum projeto de lei, enviado pelo Senado. Mas esses projetos não eram tão importantes; mas tornavam-se importantes, alimentados pelos mensalões, que o Planalto lhes enviava era um cenário costumeiro; O deputado Lula, chamou-os de picaretas, e deu o numero: 300 eram os picaretas. Não sabemos, nem ele Lula sabia, que esse recursos públicos eram destinados para parlamentares aprovarem (aí apareceu os aloprados, segundo Lula) medidas provisórias do Executivo. (Segundo a Constituição Federal; Medidas provisórias, só em caso de convulsão social, terremotos, tsunami, tornados ou invasão de nossas fronteiras.) Não era o caso; tudo tranqüilo, porque aprovar as medidas provisórias? - Ah sei, era de interesse do Planalto, recursos para atos secretos. Começaram os escândalos no Senado e na Câmara; parlamentares liderados pela oposição pediam uma CPI, para investigar tais atos secretos. Parlamentares ligados ao Planalto com compromissos nada secretos (mensalão) se recusavam ir a uma CPI; se fossem bem colhidas "provas" perderiam seus mandatos junto aos recursos secretos que abasteciam seus salários, já bastante gordos. E a ministra Dilma nesse cenário? - poderia arranjar um emprego; síndica do conjunto de prédios dos três poderes da Republica. Tenham certeza meus amigos; Quem desaprovaria a candidata a sindica? - Eu também não...

As duas faces das Olimpíadas; 1936 e 1972!

O líder nazista Adolph Hitler, patrocinou a Olimpíada de 1936, em Munich - Alemanha, para mostrar ao mundo sua teoria ariana de pureza racial. Ele próprio não era ariano e muito menos de raça pura.Nascido em Linz, Áustria, era filho de mulher austríaca e pai alemão, um alcoólatra compulsivo, que batia na mulher, quando lhe era negado dinheiro para compra de bebida alcoólica. Esse menino, que anos mais tarde, se tornaria um monstro cruel, criou o partido nazista, num boteco de Munich. A partir daí, começou a tragédia; mas precisava um palco, mostrar ao Mundo, a força e superioridade ariana nos esportes, principalmente em uma Olimpíada dentro da Alemanha já nazificada! - Os 100 metros rasos, foram ganhos por um esportista afro-negro americano JESSE OWENS. Hitler e seus companheiros ficaram pasmos; um negro enfrentando esportistas arianos "puros'?, e pior, ganhando a medalha de ouro olímpica pela façanha e recorde mundial, da modalidade 100 metros rasos. Ele como líder da nação, teria a honra, de pregar a medalha de ouro no peito de um negro, "impuro". Hitler, raivoso, levantou-se e foi embora. - Os espectadores ficaram pasmos; mas um dos atletas alemães que participaram da corrida, prontificou-se a entregar a medalha de ouro ao atleta negro; foi o que fez e ainda abraçou o campeão reconhecendo a vitória.

Estava desmistificada a pureza racial ariana. O restante, todos sabemos; O inicio e fim da segunda Guerra Mundial, com a vitória dos aliados, mostrando ao mundo a crueldade dos nazistas; o Holocausto! 6 milhões de seres humanos exterminados por um crime horroroso? - Não; Só por serem alemães de etnia judaica!

Finda a Segunda Guerra Mundial, países arrasados pela fúria nazista, tiveram auxilio de um plano, Marshall, que reergueu a Europa. A Alemanha, mesmo pagando indenizações de guerra, e a sobreviventes do Holocausto, começou a se recuperar da destruição, e mostrar ao mundo a nova Alemanha. Para isso precisava de um palco; patrocinar a Olimpíada de 1972, e assim o fez, na mesma cidade de Munich. O palco era grandioso, bem organizado. Delegações de atletas de vários países começaram  a chegar, inclusive do Estado de Israel. Começaram as Olimpíadas; mas a segurança era precária. Um grupo terrorista palestino. chamado Setembro Negro, se infiltrou perto das instalações dos atletas israelenses. Numa distração da segurança israelense, portando metralhadoras Kalashnikov, entraram nos quartos dos atletas, fazendo-os reféns. Emitiram um comunicado; Se os duzentos "prisioneiros"<terroristas, melhor dizendo>Palestinos; Não forem soltos, dentro um prazo determinado; começariam, a matar cada atleta israeli, de hora em hora.- Outra tragédia, para o povo judeu.-  Alemanha prontificou, pagar uma grande indenização, para soltura dos atletas, que não foi aceito pelos terroristas. Israel, pediu permissão para mandar uma força bem treinada para tais situações, mas a Alemanha não aceitou. Suas forças de segurança, não tinham treino adequado para salvar,  sim para matar.

Países participantes, pediram suspensão das Olimpíadas. - Mas depois de um hiato, começaram; - a chanceler Golda Meir disse que Israel não negocia com terroristas. Dois atletas que resistiram foram assassinados friamente. Israel mandou uma delegação, chefiada por um general, para negociar com a Alemanha. Disseram ao chanceler alemão Helmuth Kohl, que, "precisava e devia entender" essa situação. Vieram mas não houve negociação. Forças alemãs tomaram a sí, para como ultimo recurso, a força. Os terroristas, cansados e enclausurados, pediram um avião que os levasse, junto com os atletas israelenses, para Cisjordânia, que era parte da antiga Palestina. Foram atendidos, mas os alemães tentaram surpreende-los, já dentro do avião, metralhando-os; Os terroristas, revidaram e metralharam 11 atletas israelenses, e foram mortos também. Essa Olimpíada de 1972, realizada na Alemanha, foi outra tragédia para o povo judeu!

Seria, essa uma sina de nosso povo? - Só saberemos no devido tempo; com a assinatura de uma Paz definitiva com países árabes...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A Loira e o Louro

A TV Globo tem bons jornalistas e apresentadores e apresentadoras; mas uma se destaca, pela "cultura" - Ana Maria Braga. (O colunista humorístico da Folha, á chama de "Brega" <assino em baixo>). - Na Folha de S.Paulo, Folha Corrida, uma foto de Ana Maria e o titulo - Fauna e Flora e o texto" Ana Maria Braga cometeu uma gafe no programa "Mais Você" ao dizer que a Castanha do Pará, ingrediente que usava no preparo de um bolo, fazia parte da fauna brasileira. (alô José Simão), mais uma "tese" para desenvolver em sua coluna. A fauna brasileira já é muito rica, não precisa de uma flora para aumentar essa riqueza. - Mas diz um conto que Ana Maria, por ignorância ou incapacidade cultural, escorregou e foi parar no zoológico á procura da castanha do Pará, entre pássaros e animais. Ficou frustrada; perguntou a um monitor; e a Castanha do Pará, onde está? - o monitor, educadamente, deixou um grupo de crianças esperando sua vez, e levou Ana Maria a procura de animais, que entre alimentos preferidos, constava a Castanha do Pará.- Encontrou macacos-prego, saboreando bananas e olhando para um prato, escolhia uma castanha para mastigar. Ana Maria, abriu um sorriso, e orgulhosamente, olhando para o camera-man, falou: Eu não disse em meu programa "Mais Você", que a Castanha do Pará, fazia parte da fauna brasileira? É brincadeira, mas fazer o que?.

Seu programa tem audiência limitada, quem assiste, não percebe essa escorregadela, pois o Louro José, faz parte da "flora" e ela Ana Maria, suspeita-se...

Já que leio assiduamente a Folha corrida, vamos á tópicos mais interessantes.

A senadora licenciada Patricia Saboya (PDT-CE) foi detida por cerca de 40 minutos ontem á noite no aeroporto de Roma, logo depois de desembarcar. Por telefone, ela contou que foi cercada por dez policiais. Patricia, que estava acompanhada por uma assessora, suspeita que ambas tenham ido abordadas porque a acompanhante espirrou algumas vezes durante o vôo. "Vejam só, o pânico que se estabelece, protagonizado pela gripe suína."

<Brasil adia visita de iraniano>

O governo brasileiro agendou visita de Mahmoud Ahmadinejad a Brasília para a primeira semana de dezembro, frustrando planos do iraniano, que pretendia realizar ao Brasil a sua viagem como presidente eleito. A propósito; Um programa da comunidade islâmica no Brasil, veiculado na TV, não seria uma propaganda velada, para nós brasileiros, aceitarmos essa visita? - O cargo executivo de presidente do Irã, ainda é contestado por opositores, porque então, aceitarmos sua visita?

Fernando Gabeira escreve: Você diz alô, eu digo adeus. - É tão grande o impacto festivo que um prefeito perguntou: Já posso contar este mês com o dinheiro do pré-sal? <Todos nós brasileiros, que não compactuamos, com escândalos, mensalão e corrupção nos três poderes da Republica, com raríssimas exceções de praxe, damos adeus ao presidente Lula e sua sombra, a ministra Dilma Rousseff, candidata a sua sucessão, o sonho acabou debaixo do pré sal; Quis o destino que esse factóide acontecesse para o bem de nosso querido Brasil.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Um ato de triste memória; 70 anos após a Segunda Guerra:

O Exército Vermelho invadiu a Polônia em 17 de setembro de 1939.

O premiê Lech Kaczynski, compara o massacre soviético ao genocídio nazista visando a destruição da elite polonesa.

Após a invasão da Polônia pelos exércitos nazistas, a Alemanha detonou a Segunda Guerra Mundial. A então URSS tinha com os poloneses litígios de fronteira (Ucrânia e Belarus estavam na esfera de Moscou). Mas o ditador Joseph Stalin queria também enfraquecer o país vizinho e deslocar para o território dele o confronto militar com os nazistas. Na operação os russos fizeram ao menos 250 mil prisioneiros. Em março de 1940 o Kremlin determinou, após triagem, o fuzilamento de 22 mil militares, policiais e intelectuais. Boa parte deles fora transferida ao campo de concentração na cidade russa de Katyn. Entre os mortos estavam dois generais, um almirante, 79 coronéis, sete capelães e 20 cientistas. O massacre comandado pelo ministro do interior Laurente Béria - grande carrasco do stalinismo - teve como motivação implícita privar a Polônia de sua elite e assim inviabilizar sua rápida reconstrução - Os soviéticos só assumiram a autoria do crime em 1990. Foi uma operação da NKVD, a então policia política e precursora da KGB. - Bem antes disso, ainda durante a guerra, procuraram responsabilizar os nazistas, que ocuparam a região em 1942. No ano seguinte, Joseph Goebbels, chefe da propaganda de Hitler, denunciou o massacre soviético e teve sua tese confirmada por uma comissão internacional. - <É interessante notar, que essa comissão internacional, não foi avisada por Goebbels, do extermínio de cidadãos civis judeus, que visou liquidar um povo, de etnia judaica, e conseguiu, assassinar durante a Segunda Guerra 6 milhões de pessoas, homens, mulheres criança e bebes, que se vivos fossem, teríamos hoje em dia, intelectuais, advogados, Juristas, professores, médicos e cientistas, que revolucionassem a civilização, através de seus conhecimentos, tecnológicos, científicos, médicos, e quem sabe, até a cura definitiva de todos tipos de câncer; e não teríamos de memorizar todos anos o Holocausto, que manchará todos cidadãos alemães até a eternidade.> Nós cidadãos judeus temos um slogan:

"ESQUECER, NUNCA - PERDOAR, JAMAIS!"